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2020: O ano que mudou nossa concepção sobre saúde

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Por Dra. Joana Iarocrinski

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Joana Iarocrinski é médica formada pela FURB, a Fundação Universidade Regional de Blumenau, com Pós-Graduação em Adequação Nutricional, Prevenção e Tratamento de Doenças Relacionadas à Idade (Foto: Divulgação)


O ano passado foi, sem dúvida, o mais difícil em muitas décadas para grande parte da população brasileira. Medo, dúvidas e incertezas foram companhias constantes ao longo de 2020, mais precisamente a partir de março, quando o novo coronavírus chegou com força ao Brasil e alterou a rotina de todos nós. Mas, o que a Covid-19 vai deixar de lição sobre saúde, prevenção e a forma de encarar doenças e tratamentos para o brasileiro quando a pandemia acabar?

Uma pesquisa online realizada pelo Google, no final do ano passado, com 1.000 brasileiros entre 18 e 64 anos, apontou que, para 35% deles a prioridade para os próximos meses é cuidar da saúde. Emagrecer e começar uma rotina de atividade física foram as formas de cuidado mais citadas dentre os entrevistados. Pode parecer pouco, mas são medidas que demonstram preocupação e o quanto a pandemia mexeu com as pessoas. Quantos de nós não fomos afetados diretamente com a perda de um parente ou amigo próximo acometido pela doença?

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Contudo, para que resultados efetivos sejam alcançados, é importante que essa mudança de mentalidade em relação à saúde não seja algo fugaz, como esperamos que seja a pandemia. Com a vacinação caminhando de forma lenta, é fundamental manter cuidados como a higienização constante das mãos e o uso de máscara, como formas de prevenção à doença. Mas, quando falamos sobre prevenir doenças como obesidade, cardiopatias e problemas em órgãos como o fígado, por exemplo, o ideal é cuidar da alimentação e investir em uma rotina de exercícios físicos, sempre sob acompanhamento de um profissional de saúde.

Estilo de vida

Existem suplementações e tratamentos preventivos com o intuito de deixar o corpo saudável e com a imunidade alta, caso a pessoa contraia alguma infecção. Isso vale para a Covid-19, mas também para prevenir outras doenças virais e infecciosas, e envolve o bem-estar mental, físico e espiritual, afetando o corpo de maneira geral. Além de alterar, por tabela, a rotina de toda a família, sobretudo quando são notados resultados efetivos nesses tratamentos. Um passa a incentivar o outro, criando uma corrente do bem, em que o objetivo é ficar mais saudável.

Não existe receita mágica para estar sempre bem, com a saúde em dia. E se essa pandemia nos ensinou algo foi a valorizar cada dia como se fosse o último. Ela nos mostrou que o convívio com quem a gente ama vale muito e que a manutenção da nossa saúde sem doenças preexistentes e comorbidades, quando possível, pode ser a chave para uma vida mais longeva, longe de hospitais, respiradores e da incerteza entre a vida e a morte.

Joana Iarocrinski é médica formada pela FURB, a Fundação Universidade Regional de Blumenau, com Pós-Graduação em Adequação Nutricional, Prevenção e Tratamento de Doenças Relacionadas à Idade. Com consultório próprio no bairro Bigorrilho, a profissional é coach em saúde pelo Instituto de Nutrição Integrativa da Universidade de Nova York, com atualização em medicina interna na Escola Médica da Universidade de Harvard, mesma instituição pela qual se formou, em 2020, em Medicina do Estilo de Vida, Nutrição e Síndrome Metabólica.

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