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Na quarta coluna sobre sua viagem à Índia, Daniela Barranco descreve sua passagem por Varanasi, cidade às margens do rio Ganges

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FOTO 5 min - Na quarta coluna sobre sua viagem à Índia, Daniela Barranco descreve sua passagem por Varanasi, cidade às margens do rio Ganges

A venda de oferendas e artigos religiosos acontece em praticamente todas as Ghats. (Fotos: Acervo pessoal)

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O Rio Ganges está presente na rotina do povo hindu, desde a lavagem de roupas a cultos religiosos.
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Cerca de 6 mil pessoas visitam o Ganges diariamente.
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Residências, comércio e templos religiosos podem ser encontrados nas Ghats.
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A maioria dos degraus foi construída durante o governo dos Marathas, já outros foram construídos ao longo do tempo.
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O Rio Ganges é sagrado pela cultura Hindu, por isso a construção de templos em sua margem é uma característica marcante das Ghats.
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Daniela Barranco apresenta Varanasi e a riqueza cultural as margens do rio Ganges

Às margens do rio Ganges, Varanasi é um dos destinos mais sagrados da Índia, se tornando parada obrigatória para grande parte dos turistas. O seu nome significa Porta do Céu, o local que dá acesso à vida eterna, o último e mais desejado estágio para a religião hindu. Varanasi é o retrato da Índia em estado bruto, uma cidade onde se encontra toda a religiosidade no máximo esplendor, celebrada em cerimônias lindíssimas e alegradas pela presença de inúmeros sáris coloridos.

Para conhecer Varanasi é preciso seguir os peregrinos que se direcionam, bem cedo, para os Ghats. É possível encontrá-los por toda parte antiga da cidade. O local tem um apelo espiritual muito forte: os indianos acreditam que suas almas são purificadas ao entrar no rio Ganges. Homens, mulheres, crianças e idosos de todas as castas chegam não só para tomar o banho sagrado, mas também para praticar ioga, fazer oferendas aos deuses hindus, rezar e lavar roupa.

Estima-se que cerca de 6000 pessoas visitam o Ganges diariamente. Um fator marcante dessa experiência é a música cantada à beira do rio por centenas de vozes que entoam mantras (uma espécie de reza) em homenagem às divindades e à cultura hindus.

O que atrai muitas pessoas para este lugar é a coleção anônima de edifícios e os 98 Ghats – degraus nas margens do Ganges que tecem um feitiço religioso e representam a ligação entre o terrestre e o divino. A maioria dos degraus foi construída durante o governo dos Marathas, já outros foram construídos ao longo do tempo. Casas antigas, palácios, ashrams, templos ornamentados e casas construídas ao acaso podem encontrar um espaço no meio dos degraus intermináveis.

Um dos desejos mais íntimos de um hindu tradicional consiste em passar os seus últimos dias de vida num ashram em Varanasi e, por fim, ser cremado em praça pública nessa cidade sagrada, com suas cinzas lançadas ao Ganges.

No meio de tudo também é possível se deparar com prédios antigos em ruínas, janelas cuidadosamente esculpidas em pedra e edifícios esquecidos com trepadeiras rastejando para fora das varandas. Pilares orgulhosos e alvenaria vermelha, ruas congestionadas conectadas, edifícios modernos, templos cobertos de fuligem e tapetes de cinzas é o que nos recebe na Terra da Espiritualidade.

Varanasi, e a Índia como um todo, é um destino para conhecer com a mente aberta, disponível para novas experiências e culturas. Desvista-se de suas crenças e embarque como um papel em branco, pronto para ser colorido com as maravilhas que só a Índia pode oferecer.

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1 comentário em “Na quarta coluna sobre sua viagem à Índia, Daniela Barranco descreve sua passagem por Varanasi, cidade às margens do rio Ganges”

  1. Pingback: A arquiteta Daniela Barranco conta sobre sua passagem por duas das maiores belezas da Índia, o Taj Mahal e o templo Akshardham - Reinaldo Bessa

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