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Unidade de Processamento de Materiais do HC se adapta à Covid-19

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Da Redação

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A Unidade de Processamento de Materiais (UPME) do Hospital de Clínicas do Paraná após revitalização. (Foto: Alexandre Maichrowicz/Divulgação)

A Unidade de Processamento de Materiais (UPME) do Hospital de Clínicas do Paraná foi revitalizada para combater com segurança a Covid-19. O trabalho realizado é de extrema importância para o atendimento aos casos, apesar de não se tratar de profissionais que estão na linha de frente do combate à doença. Há cinco meses, a unidade passou por uma reestruturação realizada pelos Amigos do HC em parceria com a empresa Megamania, que proporciona mais agilidade, segurança e alta qualidade no processamento dos materiais que são utilizados pelos pacientes com coronavírus.

Segundo a chefe da UPME, Laís Morgado, com a pandemia a unidade teve que passar por uma série de reestruturações. “Os materiais usados pelos pacientes com Covid-19 são tratados separadamente e estabelecemos um horário de coleta exclusivo para os materiais que entraram em contato com o coronavírus”, relata. Além disso, materiais que não precisavam passar pelas termodesinfectoras com osmose reversa, um tipo de água purificada, agora também passam pelo processo. Segundo Laís, os circuitos respiratórios, por exemplo, são os principais materiais usados pelos pacientes com a doença, e não precisavam passar pelas máquinas automatizadas. Hoje, ela explica, o processo é realizado para garantir que o material esteja seguro para uso do paciente.

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Os ambientes reformados proporcionam mais agilidade, segurança e alta qualidade no processamento dos materiais que são utilizados pelos pacientes com coronavírus. (Foto: Alexandre Maichrowicz/Divulgação)

Essa medida só é possível porque atualmente a UPME conta com três termodesinfectoras, tornando mais ágil o retorno dos materiais aos pacientes. Antes da reestruturação, o setor possuía apenas um desses aparelhos em funcionamento. Devido ao surto de Covid-19, a chefe da unidade conta que também foi desenvolvido um protocolo de validação para garantir que o material esteja livre de micro-organismos. De acordo com Laís Morgado, a reestruturação está contribuindo para a prevenção da Covid-19 e o atendimento aos casos da doença no HC. “Sem dúvida, o material não processado corretamente pode transmitir infecção cruzada. Por exemplo, se o material foi recebido com Covid-19 e não foi processado corretamente ele pode transmitir a doença para outro que o utilizará”, exemplifica a chefe da UPME.

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A reestruturação foi realizada pelos Amigos do HC em parceria com a empresa Megamania. (Foto: Alexandre Maichrowicz/Divulgação)

Entregue em dezembro de 2019, a revitalização das novas instalações da Unidade de Processamento de Materiais do HC custou R$ 1,6 milhão, alocados pelos Amigos do HC em parceria com a Megamania. O investimento de possibilitou a reforma, aquisição de equipamentos, mobiliários e também a compra de um sistema de rastreabilidade dos instrumentos, o mesmo usado pelo Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

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