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Clube da Alice passa a fazer parte do Shopping Crystal; projeto é um dos mais bem-sucedidos do Brasil

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Monique Benoski

Monica Berlitz e Patrick Gil 1 768x1024 - Clube da Alice passa a fazer parte do Shopping Crystal; projeto é um dos mais bem-sucedidos do Brasil
A idealizadora do Clube da Alice, Monica Berlitz, e o superintendente do Shopping Crystal, Patrick Gil. (Foto: Divulgação)

O Shopping Crystal anunciou parceria com o Clube da Alice, um dos maiores grupos de empreendedorismo feminino do Brasil. A nova operação terá um estúdio de criação e também um espaço para a Alice TV, que será em frente à Moncloa Tea Boutique, no piso L3. O programa, que se chamará “Chá das 5”, será gravado ao vivo na fanpage do clube e deve começar no segundo semestre. De acordo com a idealizadora do Clube da Alice, Monica Berlitz, a ideia foi ter um local próprio para auxiliar e instruir as mulheres empreendedoras em relação a diversos temas. “Para nós, estar no Crystal traz uma visibilidade enorme e fundamental para o trabalho colaborativo feminino”, diz Monica.

O espaço, de 115 m², terá duas vitrines e uma delas contemplará o estúdio de gravação do programa, que pretende receber convidados e interagir com o público em diversos horários do dia. O superintendente do Shopping Crystal, Patrick Gil, explica que essa parceria com o Clube da Alice pretende transformar esse espaço do shopping em algo colaborativo que mostre o universo empreendedor. “Mesmo em tempos difíceis, reinvenção e inovação não dependem do cenário, mas da dedicação e foco de cada um de nós”, diz ele.

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Criado em Curitiba em 2015, o Clube da Alice tem mais de 500 mil participantes e desde então reforça a necessidade de discutir o protagonismo das mulheres no mercado de trabalho, pois para algumas delas a independência econômica acaba significando mais do que o dinheiro. “Trata-se da autonomia em relação à estrutura familiar. O Brasil ainda coloca as mulheres como submissas ao ‘provedor’. Temos inúmeros casos no Clube da Alice de pessoas que começaram a empreender após perder o emprego, descobriram o empreendedorismo por necessidade. Por exemplo, pessoas que faziam bolos e hoje têm uma confeitaria. A gente pensa no empreendedorismo não só para gerar renda, mas para ajudar a mulher a se ver de uma forma diferente na família”, completa Monica.

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