Aprenda a administrar o valor do seu tempo na coluna Educação Financeira de Laura Döring

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Você sabe o valor do seu tempo?

Laura Döring

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Dentro de todas as fases da vida é preciso pensar na organização diária. (Foto: Divulgação/Freepik)

Olá querido leitor, tudo bem? Principalmente nesse momento turbulento é que nós percebemos como o tempo é importante, principalmente porque ele não volta. Mas qual a relação do tempo e a educação financeira? O tempo é dividido em quatro etapas da nossa vida.

Zero a 25 anos

De zero a 25 anos de idade é o tempo de aprendizado, onde nossos pais e amigos próximos (networking inicial), principalmente com suas atitudes, moldam nossas ações e maneira de enxergar o mundo. Por isso, quando os pais são conscientes e demonstram aos seus filhos que são pessoas de sucesso, melhores filhos eles formarão.

Mas como demonstrar para os filhos que os pais são pessoas de sucesso?

Os pais sempre, por instinto, querem o melhor para os filhos e, por isso, muitas vezes acabam superprotegendo as crianças e (financeiramente falando) guardam todo o dinheiro que podem para a faculdade e futuro seus filhos, deixando de viver a vida com qualidade. Como falei, as crianças aprendem muito mais com as atitudes do que com o que lhes é explicado, então quando crianças convivem com pais desorganizados financeiramente (que não tem um planejamento de férias, por exemplo, ou de investir), elas aprendem que é normal conviver com dívidas. E então lá na frente quando estes tornarem-se adultos, não saberão então, como usufruir do dinheiro que os pais tanto guardaram, deixando de viver a vida com qualidade; e passarão isso de geração em geração.

Como filhos são instruídos financeiramente desde cedo pelos pais, tanto com atitudes, demonstrando serem pessoas de sucesso, quanto com o ensino da educação financeira, cria-se o senso de responsabilidade. Nessa fase não existe muita responsabilidade, nem sobre ações diárias e nem sobre pensamento a longo prazo. Por isso, pessoas que começam desde cedo a pensar no seu crescimento financeiro e profissional, normalmente são pessoas que se destacam.

25 a 50 anos

A segunda etapa da nossa vida é dos 25 aos 50, nossa fase produtiva. É a fase onde começamos a pensar em nos preocupar com o futuro, desde a formação de uma família até a formação do nosso patrimônio e a própria aposentadoria. Essa é a fase dos erros e acertos. E ainda não tem problema errar, pois dá tempo de consertar, principalmente antes da formação da família, pois é quando começamos a pensar: “se eu tivesse começado antes dos 25, eu estaria muito melhor agora”. Pare e pense se você já não se pegou imaginando essa situação? “Seria bem diferente”.

E aqui começamos a perceber que o tempo é muito valioso pois não volta. Mas se nós temos 4 fases da vida, é importante saber que ainda estamos na segunda fase e ainda temos muito tempo tanto para rever todas as ações que deixamos de fazer quanto para colocar em prática, para poder usufruir de todo trabalho que tivemos e então chegar na terceira etapa da vida.

50 a 75 anos

A terceira etapa da vida, que antes era quase considerada a última, dos 50 aos 75, virou uma fase produtiva e de muitos sonhos, como fazer viagens, curtir a casa na praia que tanto sonhou e conquistou, curtir os netos, ter a sensação de realização por todo esforço. Mas o tempo continua passando e não existe preço que pague o tempo perdido. Por isso, a reflexão sobre o tempo sempre traz pensamentos dos dois tipos: tanto de realização como de tempo perdido.

75 a 100 anos (ou mais)

E como nós temos uma longevidade muito maior hoje em dia, chega então a fase dos 75 aos 100 (ou mais) e nessa, sim, é que chega o pensamento do legado. A grande reflexão de Mário Sergio Cortela: Qual legado você quer deixar? E dentro de todas essas fases, precisamos pensar na organização diária. Independente de qual fase nós estejamos, essa organização é que vai nos fazer chegar aos nossos objetivos. Dividindo o nosso dia em três etapas, escolhendo o momento de descanso, momento produtivo e momento de lazer. A organização financeira, quando temos a organização do nosso tempo, é muito mais assertiva, pois faz com que nós consigamos pensar com clareza onde queremos chegar, com qualidade.

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Pequenas etapas diárias

A qualidade de vida precisa estar presente dentro dessas pequenas etapas diárias, durante todas as nossas fases da vida, pois como o tempo é valioso, o que nos faz feliz é usufruir do caminho que estamos percorrendo para chegar ao momento de pensar em qual legado nós deixamos.

Será que vivemos ou será que somente sobrevivemos e corremos para chegar em algum lugar? Mas chegar aonde?

Essa reflexão é importante, principalmente agora na quarentena. Muitas pessoas reclamam do excesso de tempo que não tinham. É momento de refletir o que foi vivido e o que apenas estivemos vivos. É momento de organizar o que sempre quisemos fazer e não tínhamos tempo. É momento de fazer nossa organização pessoal para que, quando isso tudo acabar, tenhamos mais qualidade financeira e de vida com nossos amigos e familiares.

E você, como está utilizando seu tempo agora na quarentena? Lembre-se, o tempo não volta, mas ainda há tempo de fazer seu melhor.

​Um beijo, até a próxima coluna

Laura Doring

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Administradora de empresas, pós graduada em vendas e marketing pela FAE, especialista em gestão comercial pela Fundação Getúlio Vargas, e neurovendas pela Esic de Madrid. Atua como especialista em consultoria financeira, previdência privada, consórcio, corretagem de seguros, agente de investimento e gestora de equipe de vendas.

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Administradora de empresas, pós graduada em vendas e marketing pela FAE, especialista em gestão comercial pela Fundação Getúlio Vargas, e neurovendas pela Esic de Madrid. Atua como especialista em consultoria financeira, previdência privada, consórcio, corretagem de seguros, agente de investimento e gestora de equipe de vendas.

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