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Sindicato das empresas de ônibus retira do ar campanha “Não seja jaguara”

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Da Redação

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De acordo com a nota, a decisão foi motivada pelo uso político da campanha por pré-candidatos às eleições de outubro. (Foto: Divulgação)

Uma semana depois de lançar a campanha “Não seja jaguara” nas redes sociais, voltada aos comerciantes da capital que não estão respeitando o horário especial do comércio, o Sindicato das Empresas de Ônibus de Curitiba (Setransp) a retirou do ar. A campanha foi uma resposta das empresas à Associação Comercial do Paraná, que na semana passada as acusou de não controlar a superlotação dos ônibus, contribuindo assim para a proliferação da Covid-19 na cidade. “O objetivo da iniciativa era usar um termo genuinamente paranaense – jaguara –, que na linguagem coloquial não tem o significado cru do dicionário, para chamar a atenção daqueles que, em benefício próprio, prejudicam a coletividade”, diz nota distribuída nesta sexta-feira (26) pelo Setransp.

De acordo com a nota, a decisão foi motivada pelo uso político da campanha por pré-candidatos às eleições de outubro. “Infelizmente, no mundo das fake news em que vivemos, tudo é distorcido e, em ano eleitoral, pior ainda. Candidatos estão usando a campanha das empresas de ônibus como instrumento político. Nada há de verdade no que dizem, mas as empresas não querem ver sua iniciativa ser usada em disputas eleitorais das quais não fazem parte”, afirma a nota.

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A campanha também alertava quem não usa máscara no transporte coletivo, quem provoca aglomerações, quem tem usado os ônibus nos horários de pico sem necessidade, quem fura catraca e quem usa cartão de idoso indevidamente.

O termo jaguara, diz ainda a nota, foi usado não para ofender, mas para chamar a atenção daqueles que desrespeitam o horário determinado de funcionamento do comércio, que não cumprem a determinação de dar preferência no embarque aos profissionais de saúde, que furam a catraca. O Setransp informa que vai continuar lutando para melhorar o serviço de transporte coletivo em benefício de seus passageiros, e pede desculpas se alguém se sentiu ofendido com a campanha.

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