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Conselheiros do Paraná na OAB nacional defendem manutenção das forças-tarefas de combate à corrupção

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Da Redação

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O conselheiro federal Airton Molina, um dos que votaram contra o fim das forças-tarefas de combate à corrupção, como a Lava Jato, na reunião nacional da OAB. (Foto: Divulgação OAB-PR)

A bancada da OAB Paraná apresentou voto divergente na reunião da OAB Nacional, na terça-feira (07), que discutiu a proposta para acabar com as forças-tarefas de combate à corrupção, entre elas a Lava Jato. Divergindo do relator, os conselheiros federais paranaenses Airton Molina, Graciela Marins e José Augusto Noronha consideraram que a luta contra a corrupção é uma conquista que não pode ser descartada. Para os três, a OAB precisa se manter livre de compromissos ideológicos e partidários, mantendo a independência e a atuação republicana, que pressupõe firme combate à corrupção. A tese conta com o apoio do presidente da OAB Paraná, Cassio Telles, e do ex-presidente José Lucio Glomb.

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Airton Molina lembrou que essa postura deve vir acompanhada da observação aos princípios fundamentais da advocacia: o devido processo legal, a ampla defesa e o contraditório. “O Ministério Público Federal, nos últimos anos, foi protagonista de diversas investigações e ações que culminaram com a prisão de autoridades e empresários corruptos, com a devolução de valores elevados aos cofres públicos e com acordos de leniência e delação que desvendaram enorme teia de relações antirrepublicanas de assalto aos cofres públicos”, lembrou o conselheiro.

O tema seguirá em pauta na próxima reunião nacional dos conselheiros federais, ainda sem data definida.

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