Entenda como moldar seu padrão financeiro na coluna Educação Financeira de Laura Döring

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Como é formado nosso padrão comportamental?

Laura Döring

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Para mudar nosso padrão comportamental, precisamos entender o início dos erros financeiros cometidos, enxergando por diversos aspectos. (Foto: Divulgação/Freepik)

Olá, querido leitor, tudo bem? Na coluna da semana passada, falamos sobre dicas para economizar utilizando técnicas comportamentais para baixar a ansiedade, evitando compras por impulso e consequentemente arrependimento e dívidas.

Mas quando queremos realmente mudar nosso padrão comportamental, para entender o início dos erros financeiros que cometemos, precisamos enxergar diversos aspectos, e fazer uma análise para mudar radicalmente (e para sempre) nosso modo de agir, aprendendo a economizar de forma leve e consciente.

Primeira referência

Nossa referência inicial sempre vai ser nossos pais, como dito na coluna sobre educação financeira para crianças, na nossa primeira e segunda infância é que aprendemos o início da vida financeira, principalmente, observando a maneira como nossos pais agem financeiramente e em seguida com o que eles nos ensinam.

Nessa fase, tudo o que nossos pais nos mostram com seus comportamentos, torna-se para nós algo normal, isso acontece conosco e com os animais. Desde alimentação, estilo de vida, inclusive não deixamos as crianças assistirem programas com violência, entre outras coisas, para fazer com que eles não cresçam pensando que violência, é normal.

E a parte financeira? Ela também entra, mas muitas pessoas não entendem quão importante é demonstrar algo positivo para moldar um padrão financeiro saudável. ​Perceba então (e anote) tudo o que você via de dificuldade na vida financeira dos seus pais e o que você adquiriu de comportamento deles, esse é o primeiro passo para você trazer para o seu consciente e então começar a mudar esse padrão adquirido na primeira e segunda infância.

Networking

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Quando temos pessoas reais como amigos e colegas, não precisamos provar status para pertencer. (Foto: Divulgação/Freepik)

​Outra referencia que nos faz moldar nosso padrão financeiro é nosso networking, ou seja, nossos amigos, nossos colegas de trabalho, enfim, as pessoas que convivem conosco. É muito importante pensar o que eles influenciam no seu comportamento, desde status e aprovação, pois muitas vezes para nos sentirmos pertencentes a um grupo, nos esforçamos mais do que podemos para manter o status daquele meio. Sem perceber que quando temos pessoas reais como amigos e colegas, não precisamos provar status para pertencer.

​De novo anote tudo o que você faz (além do que pode) para pertencer ao seu networking, como comprar uma roupa de marca, que não condiz com seu padrão financeiro atual, até mesmo um carro ou uma casa que você precisará financiar quase que pela sua vida inteira, comprometendo completamente sua renda. Traga isso par o seu consciente e trabalhe internamente, percebendo o que você poderia ter economizado, mas não conseguiu porque precisou gastar para “os outros”.

Referências midiáticas

​E por fim a mídia, que nos influencia com o imediatismo e cria em nós a necessidade de ter coisas que poderíamos substituir por algo similar e mais barato, ou (pior) de ter coisas supérfluas que vemos como algo essencial, mas que não é. A sociedade como um todo acaba nos influenciando.

Seu novo padrão financeiro

​Com isso, verifique todos os aspectos acima e comece a moldar seu novo padrão financeiro. ​O mais importante nesse processo é, depois de trazer para o consciente seus erros financeiros, esquecer tudo o que fez de errado até hoje. Isso é fundamental, pois remoer os erros também impede que nós consigamos fazer um recomeço na nossa vida financeira.

​À partir dessas reflexões é que você vai começar a trabalhar seu novo padrão financeiro, lembrando os erros dos nossos pais, a necessidade (desnecessária) de pertencimento ao grupo que vivemos e entendendo que a mídia pode influenciar negativamente para nosso saldo financeiro.

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​Agora releia a coluna anterior que nos ajuda a economizar, pois vai ser muito mais assertiva a partir daqui.

​Hoje vemos muitos pobres andando de carro importado, roupas caras e com insegurança financeira, mas poucos investidores com a conta recheada e dormindo tranquilos, podendo fazer o que quiserem com sua liberdade financeira.

​Qual deles você quer ser?

​Um beijo, até a próxima coluna.

Laura Doring

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Administradora de empresas, pós graduada em vendas e marketing pela FAE, especialista em gestão comercial pela Fundação Getúlio Vargas, e neurovendas pela Esic de Madrid. Atua como especialista em consultoria financeira, previdência privada, consórcio, corretagem de seguros, agente de investimento e gestora de equipe de vendas.

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Administradora de empresas, pós graduada em vendas e marketing pela FAE, especialista em gestão comercial pela Fundação Getúlio Vargas, e neurovendas pela Esic de Madrid. Atua como especialista em consultoria financeira, previdência privada, consórcio, corretagem de seguros, agente de investimento e gestora de equipe de vendas.

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