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ACP sugere funcionamento do comércio em dias intercalados como alternativa ao fechamento total

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Gabriela Fialho

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O presidente da ACP solicitou ao governo que não feche indiscriminadamente o comércio e serviços e sugeriu que adote um rodízio no funcionamento dos negócios no formato dia sim/dia não em Curitiba. (Foto: Divulgação)

Nesta terça-feira (14), vencem os 14 dias das medidas restritivas contidas no último decreto assinado pelo governador Ratinho Jr., que restringe várias atividades econômicas no estado, com a possibilidade de renovar por mais sete dias. Com isso, o presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Camilo Turmina, fez um alerta para a perda de milhares de empregos caso as medidas de fechamento dos negócios considerados não essenciais sejam prorrogadas pelo governo do estado.

Ele solicitou ao governo que não feche indiscriminadamente o comércio e serviços e sugeriu que adote um rodízio no funcionamento dos negócios no formato dia sim/dia não em Curitiba. “Teríamos fechamentos intercalados: em um dia funcionam as atividades não essenciais, no dia seguinte as essenciais e assim por diante. Postos de gasolina, supermercados, alimentação em geral teriam que cumprir essa determinação. Só não entrariam na escala farmácias e serviços da área de saúde”, explica o presidente da ACP.

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Turmina lembra que é preciso conciliar os cuidados com a saúde com a economia aberta. “É preciso manter as atividades, mesmo que em condições restritas e ao mesmo tempo conter os riscos de aglomerações para impedir a disseminação do vírus”, afirma.

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