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Polícia cumpre mandados contra o tráfico de drogas em Curitiba e Região Metropolitana

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Da Redação

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Polícias Civil e Militar do Paraná cumprem 53 mandados contra o tráfico de drogas em Curitiba e RMC. (Foto: Divulgação/AEN)

Uma grande operação das polícias Civil e Militar do Paraná desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira (22) contra o tráfico de drogas foi deflagrada no Centro de Curitiba e no bairro Cajuru, e também em Pinhais, na Região Metropolitana. Batizada de Lisboa, a operação visa cumprir 37 mandados de busca e apreensão em endereços relacionados aos alvos e 16 mandados de prisão preventiva contra líderes, gerentes, fornecedores e distribuidores de drogas nessas regiões.

As drogas que abasteciam o tráfico no Centro de Curitiba eram fornecidas por líderes distintos que comandavam o crime em Pinhais e no Cajuru. Nesta região, a Polícia Civil e a PM cumprem 17 mandados de busca e apreensão e sete mandados de prisão preventiva. O gerente operacional que atuava no Cajuru também distribuía drogas para revendedores finais do município de São José dos Pinhais. Seis pessoas são alvos de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão serão cumpridos na região.

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Em Pinhais, o tráfico era comandado por um homem com antecedentes pelo mesmo crime. Ele havia sido preso em 2016, com 73 quilos de crack e estava em liberdade atuando na cidade metropolitana e no Centro de Curitiba. Na capital, as duas polícias miram oito alvos, três com mandados de prisão preventiva e cinco com mandados de busca e apreensão. No decorrer das investigações foram presas em flagrante 17 pessoas ligadas à quadrilha, cumpridos quatro mandados de prisão preventiva, uma apreensão de adolescente, apreensão de duas armas de fogo, 173 gramas de cocaína, 2,3 quilos de crack e 4,8 quilos de maconha.

Durante as investigações, que duraram cerca de seis meses, a Polícia Civil e a PM observaram que houve pouca ou nenhuma alternância na liderança da quadrilha. É como se a associação criminosa fosse composta por líderes gerais, gerentes operacionais e revendedores finais – conhecidos como “pistas”, esses substituídos com frequência, dizem os comandos das duas polícias.

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