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Suspensão de cirurgias eletivas passa a valer também para hospitais privados de Curitiba

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Da Redação

O decreto da prefeitura de Curitiba suspende temporariamente a realização de cirurgias e procedimentos eletivos em hospitais públicos e privados da cidade. (Foto: Divulgação/Santa Casa de Curitiba)

Entrou em vigor desde a zero hora desta quarta-feira (25) o decreto da prefeitura de Curitiba que suspende temporariamente a realização de cirurgias e procedimentos eletivos em hospitais públicos e privados da cidade. A medida terá validade de 14 dias. Cirurgias eletivas são aquelas não urgentes, marcadas com antecedência. A decisão foi tomada após comunicados de hospitais da rede complementar de saúde sobre a lotação de seus leitos com casos suspeitos de Covid-19. O avanço da pandemia na cidade também balizou a medida, que foi discutida e analisada pelo Comitê de Técnica e Ética Médica.

As cirurgias eletivas nos hospitais credenciados ao SUS já estavam suspensas desde o último dia 17. Com a publicação do Decreto Municipal 1580, a medida passa a valer também para os hospitais particulares da cidade. O aumento no movimento de pacientes com sintomas respiratórios nas Unidades de Pronto Atendimento após o feriado de 2 de novembro gerou alerta sobre a rede de assistência hospitalar.

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“O aumento já tendenciava um reflexo em internamentos, por isso adiantamos a suspensão das cirurgias eletivas no SUS”, disse a secretária municipal da Saúde, Marcia Huçulak. Com isso, o leito que seria utilizado para este procedimento pode ser destinado ao atendimento de pacientes com covid-19. De acordo com Márcia, o cenário epidemiológico exige medidas para garantir prestação de assistência à população. “Temos que adotar estratégias que possibilitem otimizar toda a rede hospitalar da cidade, seja ela pública ou privada, para o enfrentamento da pandemia”, reforçou a secretária.

Exceções

Podem ser realizados procedimentos cirúrgicos eletivos essenciais, aqueles que podem gerar piora do quadro clínico, nas especialidades de cardiologia, urologia, oftalmologia, oncologia e nefrologia, além das cirurgias inadiáveis pós-traumas. Casos excepcionais deverão ser avaliados pela Secretaria Municipal da Saúde.

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