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Recuse-se a entrar em locais cheios, pedem Associação Comercial do Paraná e Fecomércio

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Tempo de leitura: 2 minutos

Da Redação

As duas entidades manifestaram o temor de que se o aumento da taxa de transmissão e possíveis aglomerações não forem controlados o poder público determine a mudança de bandeira e o consequente fechamento. (Foto: Divulgação)

A Associação Comercial do Paraná e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio) distribuíram no final da manhã desta sexta-feira (27) nota conjunta na qual apelam à população para que observem os cuidados diante do atual quadro da pandemia da Covid-19 em Curitiba e no restante do estado. As duas entidades manifestaram o temor de que se o aumento da taxa de transmissão e possíveis aglomerações não forem controlados o poder público determine a mudança de bandeira e o consequente fechamento de estabelecimentos não essenciais. Leia a íntegra da nota assinada pelo presidente da ACP, Camilo Turmina, e por Ari Faria Bittencourt, presidente em exercício da Fecomércio:

“Diante do significativo aumento no registro de casos de Covid, especialmente nas últimas duas semanas, e das notícias de que vários estabelecimentos hospitalares já atingiram a capacidade máxima de atendimento, tanto em enfermarias quantos em UTIs, a Associação Comercial do Paraná (ACP) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio/PR) fazem um apelo à sociedade paranaense.

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O momento exige atenção, participação e responsabilidade de todos. A flexibilização ocorrida nos últimos meses, após o confinamento mais rígido no início da pandemia, pode ter passado uma falsa sensação de segurança, o que levou grande parte das pessoas a relaxarem nos cuidados.

Mas o cenário que se apresenta no momento, com números de casos e de internações em crescimento preocupante, leva-nos a retomar, com o máximo de rigor, as consagradas regras de comportamento em nosso dia a dia, especialmente aquelas que dizem respeito ao distanciamento social.

Os comerciantes devem estar atentos às exigências, não permitindo em hipótese alguma que o número de consumidores presentes simultaneamente em seus estabelecimentos seja superior ao exigido nos protocolos sanitários.

Cada cidadão deve também assumir suas responsabilidades e fazer sua parte: recuse-se a entrar em locais cheios, evite aglomerações, mesmo em locais abertos; o momento ainda não é favorável a festas e confraternizações e mesmo reuniões familiares devem ter um número restrito de pessoas. Use máscara, inclusive em parques e praças, conforme lei que estará em vigor enquanto a pandemia não for controlada.

Julgamos fundamental que sejam redobrados os cuidados para que posamos evitar que o Poder Público, se não for controlado o aumento da taxa de transmissão e possíveis aglomerações, determine a mudança de bandeira e o consequente fechamento de estabelecimentos não essenciais.

Afinal, todos temos que continuar trabalhando, mantendo nossos negócios e empregos. Esse é um desafio que exige união, consciência de nossas responsabilidades individuais e respeito pelo próximo”.

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