DESKTOP

Ex-caminhoneiro que já tentou ser BBB é o novo presidente da Câmara Municipal de Curitiba

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no email
Compartilhar no whatsapp
Tempo de leitura: 3 minutos

Da Redação

tico kuzma
Tico Kuzma (Pros), de 49 anos e no quinto mandato consecutivo, foi eleito por unanimidade, em votação nominal, o novo presidente da Casa. (Foto: Divulgação/CMC) 

Em sessão especial na tarde deste sábado (2), a Câmara Municipal de Curitiba elegeu os sete integrantes da Mesa Diretora para o biênio 2021-2022, além da corregedora e do vice. Seis dos nove cargos serão ocupados por parlamentares reeleitos; outros três, por “novatos” no Legislativo. Tico Kuzma (Pros), de 49 anos e no quinto mandato consecutivo, foi eleito por unanimidade, em votação nominal, o novo presidente da Casa. 

Formado em Administração de Empresas, antes da vida parlamentar foi representante comercial, motorista de caminhão e empresário do ramo alimentício. Duas curiosidades do novo presidente da Câmara Municipal: em 2010, filiado ao PSB, ele se candidatou ao reality show Big Brother Brasil, mas não foi selecionado. Queria ser o primeiro político a participar do programa. Também foi o autor, em 2009, da proposta de outorga do título de cidadania honorária de Curitiba ao então presidente Lula, que nunca chegou a ser votada.

Além de Kuzma, farão parte da Comissão Executiva as vereadoras Flávia Francischini (PSL) e Professora Josete (PT), respectivamente as novas primeira e segunda-secretárias. A votação de Flávia foi unânime, com 38 votos. Josete teve 36 votos favoráveis; um contrário, de Ezequias Barros (PMB); e uma abstenção, de Eder Borges (PSD).

Autor de 85 leis municipais, Tico Kuzma tem na sua lista de realizações legislativas a aprovação da Lei Antifumo (2009), a criação do Conselho Municipal de Políticas Públicas de Segurança Pública (2015) e a lei que determina o recolhimento de carros abandonados (2011), por exemplo. Foi o presidente da Comissão Especial de Revisão do Regimento Interno, que modernizou o processo legislativo, para tornar as sessões plenárias mais dinâmicas e democráticas, e também atualizou o Código de Ética e Decoro Parlamentar.

LEIA TAMBÉM:

Formado por 21 vereadores, de 12 dos 20 partidos com cadeira na CMC, o maior dos três blocos parlamentares constituídos para a eleição da Mesa também indicou, conforme os quocientes partidários, o primeiro vice-presidente deste biênio: Alexandre Leprevost (Solidariedade), eleito também por unanimidade. Liderado por Mauro Bobato (Pode), o “blocão” reuniu Solidariedade, Novo, PT, Pode, PSL, PV, MDB, PP, Republicanos, PTB, DC e Pros. Também de acordo com os quocientes partidários, os outros dois blocos e a bancada do DEM tiveram, cada um, direito à indicação de um representante à Mesa. Indicado pelo bloco PDT, PSB, PMB e Patriota, Tito Zeglin (PDT) será o segundo vice-presidente da Casa. Pelo bloco formado por PSD, Cidadania e PSC, Professor Euler (PSD) foi eleito para a terceira-secretaria.

Tanto Zeglin quanto Euler retornam à Mesa, já que ocupavam, no biênio 2019-2020, a primeira vice-presidência e a segunda-secretaria, respectivamente. As votações foram unânimes, assim como a eleição de Mauro Ignácio (DEM) para a quarta-secretaria. O partido, único a não integrar nenhum bloco, foi o último a ter direito às indicações aos cargos. 

Após a escolha dos sete cargos da Mesa Diretora, os vereadores elegeram a novata Amália Tortato (Novo), ex-comissária de bordo, a corregedora e Osias Moraes (Republicanos) o vice-corregedor da Câmara. Eles tiveram 24 votos, contra 14 obtidos pela chapa formada por Marcelo Fachinello (PSC) e Maria Letícia (PV).

Os mandatos também são de dois anos, vedada a reeleição na mesma legislatura. Cabe à corregedora, substituída em eventual impedimento pelo vice, promover a manutenção do decoro, da ordem e da disciplina na CMC, dar cumprimento às determinações da Mesa referentes à segurança interna e externa da Casa, fazer sindicância sobre denúncias de ilícitos ou infrações ético-disciplinares referentes a vereadores; analisar processos internos com o objetivo de aprimorar o cumprimento dos princípios da administração pública e fiscalizar o cumprimento dos prazos previstos no Regimento Interno.

Siga-nos no Instagram para ficar sempre por dentro das notícias:

Veja Também

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

X