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Após doações, Museu Histórico de Witmarsum será reformado

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Tempo de leitura: 2 minutos

Monique Benoski

Há 30 anos, o Museu Histórico de Witmarsum realiza um papel fundamental na preservação da história local da comunidade. (Foto: Rodolfo Buhrer/La Imagem)

O Museu Histórico de Witmarsum (Heimat Museum), localizado no município de Palmeira, nos Campos Gerais, recebeu no último mês de dezembro, do Sistema de Transmissão Gralha Azul (STGA), da ENGIE Brasil Energia, uma doação de R$ 50 mil para investimento numa reforma física em sua sede, que fica na antiga Fazenda Cancela da própria colônia alemã. O museu foi fundado em 15 de setembro de 1989 e conta a trajetória dos imigrantes menonitas russo-alemães que formaram a Colônia Witmarsum.

Há 30 anos, a instituição desempenha um papel fundamental na preservação da história local da comunidade, considerada também parte do Patrimônio Histórico do Paraná. De acordo com o Diretor de Implantação do STGA, Márcio Daian, doações como essa são resultado do reconhecimento e respeito à cultura local. “O Museu Histórico de Witmarsum realiza atividades de preservação cultural e educacional de suma importância para manter viva a tradição e a união das famílias da colônia. O STGA também acredita na conservação patrimonial e, por isso, tem a certeza de que essa parceria traz inúmeros benefícios”, afirma.

Representantes do Museu Histórico de Witmarsum e do Sistema de Transmissão Gralha Azul durante a oficialização do repasse dos recursos na Colônia Wittmarsum. (Foto: Divulgação)

O diretor do museu, Ricardo Philippsen, diz que, por causa da pandemia, restrições e cuidados, o museu precisou se adaptar, mas esse ano conseguiu autorização para a reforma da estrutura, que é um bem tombado pelo Patrimônio Histórico do Paraná. “Essa doação é uma ajuda extremamente necessária. A reforma recebeu também a parceria de alunos de Arquitetura, que farão o projeto dessa reestruturação”, completa.

O presidente da Associação de Moradores da Colônia Witmarsum, Rubens Kliewer, também esteve presente no ato da doação e reforçou que com a reforma o museu deixará de ser apenas um lugar que reúne histórias para ser reconhecido como um agente cultural da comunidade. “Aqui temos uma história de 500 anos para preservar, a comunidade luta para manter a tradição e já possui um idioma próprio reconhecido como Patrimônio Imaterial, chamado de Plautdeutsch”, finaliza.

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O repasse dos recursos foi oficializado na Colônia Wittmarsum com a participação de representantes da ENGIE, o gerente local Gustavo Poyer e o coordenador socioambiental e consultor jurídico do STGA, Carlo Bruno Lopes do Nascimento. Ao todo, o Sistema de Transmissão Gralha Azu da ENGIE já investiu mais de R$ 1,4 milhão em ações socioambientais voluntárias.

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