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Abrabar chama pacote de socorro de Ratinho de modesto, e pede mais

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Da Redação

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As medidas foram anunciadas pelo governador Ratinho Jr. durante reunião no Palácio Iguaçu com representantes de outros poderes. (Foto: Jonathan Campos/AEN)

Estabelecimentos de gastronomia e entretenimento do Paraná consideraram “modesta” a ajuda financeira oferecida pelo governo do estado para amenizar a crise causada pela pandemia. O foco da ajuda são pequenas e microempresas, que receberão um auxílio emergencial de R$ 1.000,00, em quatro parcelas de R$ 250,00, para as empresas cadastradas no Simples Nacional. Como as medidas terão que ser aprovadas pela Assembleia Legislativa, as entidades pretendem fazer lobby junto aos deputados para melhorar os valores e propor medidas adicionais. “Vamos esperar a proposta chegar à Assembleia Legislativa para, junto com os deputados estaduais, buscar melhorar esses valores previstos e incrementar outras medidas, antes de ir a votação em plenário”, disse o presidente da Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar) e o SindiAbrabar, Gustavo Grassi.

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Governador Ratinho Jr. durante o anúncio das medidas de apoio ao setor de gastronomia e entretenimento do estado. (Foto: Jonathan Campos/AEN)

As medidas foram anunciadas nesta terça-feira (06) pelo governador Ratinho Jr. No total, 86,7 mil empresas do estado terão direito ao socorro de R$ 59,6 milhões do Fundo Estadual de Combate à Pobreza do Paraná. “A Abrabar e o SindiAbrabar agradecem a preocupação do governo, de seguir medidas adotadas em outros estados e municípios. No entanto, o setor de gastronomia e entretenimento espera mais iniciativas, como isenção do IPVA e melhores condições para pagar as contas de luz e água, a exemplo de outros estados”, afirmou Grassi após o anúncio das medidas.

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De acordo com ele, para muitos estabelecimentos toda ajuda é bem-vinda, já que muitos pequenos empresários estão passando sérias necessidades, mas é preciso avançar. Grassi disse que para receber as quatro parcelas de R$ 250 as empresas terão que atender uma série de requisitos, como ter inscrição estadual ativa e comprovar faturamento ou declaração no valor de até R$ 360 mil durante 2020.
A maioria das empresas de gastronomia e entretenimento, segundo Gustavo Grassi, está há um ano com faturamento próximo de zero e prejuízos superiores a R$ 100 mil. O setor espera ações mais incisivas por parte do poder público, mas especialmente a possibilidade de voltar a trabalhar normalmente, pede o dirigente.

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