Bolsistas do projeto Meninas na Ciência são premiadas em concurso de redação da NASA

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Da Redação

A estudante Maria Clara Helfensteins, uma das vencedoras do concurso Cientista por um dia, promovido pela NASA. (Foto: Arquivo pessoal)

As duas estudantes do ensino médio Maria Clara Helfenstein, 15 anos (1º ano) e Gabriela Esteves Barbosa, 17 anos (3º ano), bolsistas do projeto Rocket Girls: Meninas nas Ciências da Universidade Federal do Paraná (UFPR) são as vencedoras do Concurso “Cientista por um dia”, promovido pela National Aeronautics and Space Administration (NASA) com resultado divulgado no final de abril. 

A dupla conquistou a façanha de ter a redação escolhida entre 14 mil brasileiros inscritos e venceu na categoria Ensino Médio – Destino: Titânia. Essa foi a 18ª edição do concurso que também contou com a participação de integrantes de diversos países. Com o título “Titânia: a titã das luas de Urano” as autoras tiveram a orientação da professora Mara  Fernanda  Parisoto, de Palotina, no Oeste paranaense.

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O concurso de redação criado para dar aos estudantes do mundo inteiro uma oportunidade de experimentarem como é a vida de um cientista na NASA, estimula o estudo e a pesquisa. Neste caso específício, o tema em questão foi Titânia, satélite de Urano. E de acordo com as adolescentes, estudar mais sobre luas de outros planetas do Sistema Solar pode levar a descobertas importantes a respeito da humanidade.

Elas discorreram sobre a Lua Titânia com propriedade. “Titânia é uma das luas pertencentes ao planeta Urano. Ela se destaca por ser a maior e mais massiva. Descoberta por William Herschel em 1787, seu nome deriva da obra “Sonho de uma noite de verão “, de Shakespeare. Na história, Titânia é a rainha das fadas”, escreveram.


Reprodução colorida de alta resolução de Titânia feita a partir de imagens da Voyager 2 tiradas em 24 de janeiro de 1986, quando a espaçonave se aproximava de Urano. (Foto: NASA / JPL)

Em outro trecho da redação estão informações sobre a chance de encontrar vida em Titânia, caso sejam realizadas investigações por meio de análises biológicas em seu solo. Isso porque há a possibilidade de que o solo seja formado por dióxido de carbono e compostos orgânicos, além da água do gelo, que são elementos essenciais para a existência de vida.

“A lua Titânia pode ser considerada a mais interessante e mais favorável à coleta de dados para obtenção de bons resultados e para gerar estudos viáveis e relevantes para a comunidade científica em geral. Estudando mais sobre os planetas e suas luas, será possível aprender mais sobre o Sistema Solar e suas especificidades e, consequentemente, sobre toda a humanidade”, afirmam Maria Clara e Gabriela Esteves.

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