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Celina e Beatriz Abagge lançam livro sobre o Caso Guaratuba; mãe e filha prometem detalhes inéditos

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Reinaldo Bessa

O Caso Guaratuba, como ficou conhecido o assassinato do menino Evandro Ramos Caetano em um suposto ritual de magia negra, em abril de 1992, no Litoral do Paraná, está prestes a ganhar um novo capítulo. E desta vez contado por dois dos sete acusados, no caso duas, Celina Cordeiro Abagge e sua filha Beatriz Cordeiro Abagge, as principais acusadas do crime por serem mulher e filha do então prefeito de Guaratuba, Aldo Abagge, o que lhes rendeu a alcunha de “as bruxas de Guaratuba”. Celina, hoje com 82 anos, e Beatriz, de 57, deram uma entrevista exclusiva ao portal nesta semana na qual falam do livro e o que esperam com ele.

Quase 30 anos depois, elas lançam nos próximos dias o livro “Malleus – Relatos de injustiça, tortura e erro judiciário”, em que prometem revelar pontos inéditos da história, como as torturas que sofreram para confessar o crime. O nome do livro, lançado pela editora Brazil Publising, de Curitiba, é uma referência à palavra latina que remete a um manual de tortura da Idade Média, Malleus Maleficarum, método usado para torturar bruxas.

Além do livro, a história será tema de uma série da Globoplay, chamada “Caso Evandro”, com lançamento previsto para abril. As duas foram entrevistadas pela produção e contaram detalhes até então omitidos pelas investigações.

Celina, hoje com 82 anos, e Beatriz, de 57, deram uma entrevista exclusiva ao portal nesta semana na qual falam do livro e o que esperam com ele. (Vídeo: Portal Reinaldo Bessa)

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