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Com nova remessa de vacina, Paraná ultrapassa 1 milhão de doses recebidas

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Da Redação

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Paraná recebeu mais 148.600 doses da vacina Coronavac, desenvolvida pela Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. (Foto: Gilson Abreu/AEN)

O Paraná recebeu do Ministério da Saúde mais 148.600 doses da vacina Coronavac, desenvolvida pela Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, nesta terça-feira (09). O Estado agora ultrapassa a marca de 1 milhão de doses recebidas, chegando a 1.001.6000 vacinas. O novo lote chegou ao Aeroporto Internacional Afonso Pena e foi encaminhado para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba. A previsão é que a distribuição às 22 Regionais de Saúde comece nesta quarta-feira (10). 

O estado tinha recebido até o momento 853 mil doses de vacinas desde o início da campanha de imunização, em 18 de janeiro. Da Coronavac/Instituto Butantan foram 265.600 no primeiro lote, 39.600 no segundo, 147.200 no terceiro, 64.800 no quarto e 146.800 no quinto, além de mais 189.000 doses da vacina da universidade de Oxford/AstraZeneca/Fiocruz. 

Até esta terça-feira (09), 413.611 paranaenses já tinham sido imunizados, com a aplicação de 545.966 vacinas entre a primeira e a segunda dose. Com as novas doses, o Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19 continua com a aplicação nos públicos prioritários.

Curitiba

Também nesta terça-feira (09), a Prefeitura de Curitiba encaminhou à Câmara Municipal a proposta de projeto de lei que autoriza o município a adquirir vacinas para o enfrentamento da pandemia de Covid-19. A compra poderá ser realizada, por meio de consórcio ou individualmente, em duas situações: descumprimento, por parte da União, do Plano Nacional de Operacionalização de Vacinação ou ausência de cobertura imunológica suficiente contra a doença.

O secretário de Planejamento, Finanças e Orçamento, Vitor Puppi, diz que Curitiba tem reservados, do fundo de emergência do município, cerca de R$ 100 milhões para a aquisição de vacinas. A proposta ainda autoriza o remanejamento de recursos do orçamento vigente para a compra dos imunizantes. Pelo projeto de lei, para a utilização das vacinas adquiridas, deverá ser obedecido o Plano de Vacinação Contra a Covid-19 do Município de Curitiba.

A aquisição fica condicionada à prévia aprovação das vacinas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No entanto, se após submissão do pedido, a Anvisa não expedir autorização competente em até 72 horas, o município poderá importar e distribuir vacinas registradas por autoridades sanitárias estrangeiras e autorizadas à distribuição comercial nos respectivos países. Também fica permitida a aquisição de quaisquer outras que vierem a ser aprovadas, em caráter emergencial, nos termos da Anvisa.

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Consórcio

Com o projeto que autoriza a compra de vacinas, a Prefeitura encaminhou também a proposta de lei que ratifica o protocolo de intenções firmado por Curitiba para formação de consórcio, com outros municípios, para a compra de imunizantes, medicamentos, equipamentos e insumos para área de saúde no âmbito de combate à pandemia. Curitiba integra o esforço de municípios de todo o País para compra conjunta de imunizantes, com a Frente Nacional de Prefeitos (FNP).

O consórcio, batizado de Conectar Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras, deve ser formalizado em assembleia no próximo dia 22 de março. Para isso, no entanto, as prefeituras precisam ter aprovadas duas leis municipais para a aquisição das vacinas. Segundo a FNP, o Conectar já tem a adesão de 2.172 municípios – 25 são capitais.

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