Construção civil adapta projetos às tendências de deslocamento nas cidades

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Gabriel Falavina – Altma Incorporadora

Bicicletas elétricas e oficina disponíveis a todos os moradores do Árten. (Foto: Divulgação)

Há algumas décadas, tudo o que se podia almejar, em termos de mobilidade nos grandes centros urbanos, era trabalhar perto de casa (ou morar perto do trabalho). Com alguma sorte, era possível diminuir ao máximo o tempo de deslocamento entre um ponto e outro, escolhendo um bairro de acesso viário fácil, pouco movimentado ou bem atendido pelo transporte público. Mas as cidades ficaram mais populosas, mais movimentadas e mais complexas. Com isso, as facilidades passaram a se deteriorar e foi preciso pensar em outras soluções de mobilidade, que hoje têm merecido enorme atenção do mercado imobiliário.

O setor da construção civil tem procurado se adaptar às tendências nos hábitos de vida e de consumo. Repensar o segundo carro na garagem ou até mesmo abrir mão definitivamente da propriedade de um veículo tem se tornado uma atitude comum, principalmente entre as famílias mais jovens. Nessa decisão, está embutida uma filosofia, uma nova maneira de consumir e de fazer escolhas. Um consumidor com esse perfil transfere para o imóvel dos sonhos todas as expectativas que compõem seu novo estilo de vida.

Algumas pesquisas indicam mudanças no comportamento dos brasileiros em relação à mobilidade. Os estudos apontam os aplicativos de transporte como um dos principais responsáveis por essa guinada. De acordo com o DataZAP, citado pelo portal Terra, 63% dos moradores de São Paulo fazem uso de aplicativos de transporte individual e transporte coletivo para ir ao trabalho. Um outro estudo, feito pelo Datafolha por encomenda da Uber, mostra que na pandemia os brasileiros sem veículo próprio têm preferido usar aplicativo de transporte e bicicletas para locomoção.

Os empreendimentos imobiliários mais modernos, que têm agregado uma série de serviços aos projetos, desde a sua concepção, não podem ignorar esses fatores de mudança no estilo de vida da população brasileira. Assim surgem ofertas no mercado que incorporam à construção uma série de facilidades adaptadas a esse novo comportamento.

Tenho comemorado o fato de fazer parte de um projeto que oferece a Curitiba soluções que respondem a demandas decorrentes de um novo modelo de consumo de bens e serviços. O Árten, que estamos lançando neste mês em parceria com a HIEX, é um produto planejado para oferecer ao comprador uma experiência em arte, design, tecnologia e sustentabilidade. O empreendimento já nasce garantindo aos moradores, por exemplo, uma parceria de dois anos com a Uber. É um incentivo para quem quiser usar um carro no negócio e, assim, contribuir efetivamente com a redução do número de veículos em circulação.

Um carro de uso compartilhado representa menos poluição, o desafogamento do trânsito e até melhor aproveitamento do tempo. Quem, como eu, já colocou a agenda em dia, respondeu e-mails e até participou de reuniões virtuais no deslocamento dentro de um Uber? Só quem corre contra o relógio dá valor ao tempo que se perde nas idas e vindas pela cidade ou na busca por uma vaga de estacionamento. E não são só as vagas nas garagens dos prédios que deixam de ser ocupadas por moradores que optam pelo uso de transporte por aplicativo. Também são liberadas as poucas vagas de estacionamento público nos centros urbanos congestionados.

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Não dá para se esquecer de que Curitiba é uma das capitais brasileiras com maior frota de veículos – estima-se que sejam quatro carros para cada cinco habitantes. Pensando em mobilidade e compromisso com o meio ambiente, o Árten ainda oferece uma central de bike sharing, oficina compartilhada para bicicletas e pontos de recarga de baterias de carros elétricos ou híbridos em todas as vagas de estacionamento.

O mais fascinante nos projetos imobiliários contemporâneos é o desafio de sensibilizar um novo perfil de consumidor. As gerações mais jovens são conectadas a marcas que tenham um propósito, ou seja, os atributos dos bens que elas compram precisam refletir a sua própria identidade. Um empreendimento como o Árten busca se conectar com essas pessoas, com essa geração que dá valor a qualidades como responsabilidade social, bem-estar e desempenho que gera economia e conforto.

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