Curitibano campeão brasileiro de skate desenvolve projeto social para crianças carentes

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Da Redação

Campeão brasileiro de skate desenvolve projeto social para crianças carentes. Convocado para a seleção brasileira de skate, Luigi Cini dedica seu tempo entre treinos e projeto sociais
Luigi construiu um skatepark, em Curitiba, onde desenvolve um projeto de acolhimento, o Cini Skate Social (Foto: Arquivo pessoal)

Atual campeão do STU National, o Circuito Brasileiro de Skate, em Porto Alegre (RS), o atleta curitibano Luigi Cini, de 19 anos, dedica parte do seu tempo entre treinos, competições e projetos sociais. Em Curitiba, Luigi construiu um skatepark onde desenvolve o Cini Skate Social, uma iniciativa voltada para crianças em situação de risco social. “Recebemos crianças com vários tipos de carências. Há transmissão de valores importantes para o convívio em sociedade. Elas se divertem nas atividades com skate, e nós também aprendemos muito com elas”, afirma Luigi. Nesta terça-feira (21) é comemorado o Dia Mundial do Skate.

Luigi define a ONG Cini Skate Social como um projeto de acolhimento. Ele acredita que a iniciativa possibilita uma nova perspectiva de vida e de lazer para as crianças da comunidade. Todas as terças-feiras pela manhã as crianças têm atividades orientadas pelo skatista e professor de educação física Vitor Simão e com a colaboração de amigos de Luigi que atuam como voluntários. 

Em parceria com o Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), o Cini Skate Social também leva crianças e adolescentes de casas de abrigo de Curitiba para atividades de skate. Para o skatista, é muito importante apresentar o estilo de vida do skate às crianças que precisam de um espaço de lazer onde esteja segura e se mantenha saudável. 

Competições

Convocado neste ano para a seleção brasileira de skate, Luigi representará o país nas competições internacionais da modalidade park. A partir desta temporada, faz parte do projeto da Confederação Brasileira de Skate (CBSK) que tem como objetivo fortalecer a equipe para os Jogos Olímpicos de Paris 2024. 

O skate passou a ser esporte olímpico nos Jogos de Tóquio, realizados em 2021 por causa da pandemia. Nas Olimpíadas de Tóquio, o Brasil foi o segundo país com mais medalhas no skate, perdendo apenas para o Japão. Os atletas brasileiros conquistaram 3 medalhas de prata.

Para Luigi, o skate é muito mais do que um esporte: “É meu lifestyle e uma forma de expressão”, diz. O atleta conta que o skate surgiu na vida dele aos oito anos de idade. Junto com um amigo foi a uma pista de skatepark na capital paranaense e começou a fazer aulas com Vitor Simão. Ele participa de campeonatos nacionais e internacionais desde antes de 2019. Na categoria amador, foi campeão brasileiro na modalidade halfpipe (skate vertical) três anos seguidos.  Em 2019, já como profissional, foi campeão brasileiro na modalidade halfpipe e, em 2020, campeão brasileiro do STU – Park.

Até o fim do ano, a agenda de Luigi está cheia de compromissos profissionais. Entre junho e outubro, por exemplo, fará uma série de viagens nacionais e internacionais para participar de demonstrações, treinos da seleção e competições.  Noruega, Austrália e EUA estão entre os próximos destinos de Luigi. 

Em outubro, ele participa de um campeonato mundial de skate na categoria park no Rio de Janeiro, evento importante para a corrida olímpica rumo aos Jogos de Paris 2024. Os skatistas somam pontos para as Olimpíadas e também competem pelo título oficial de campeão mundial. 

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