Donos de bares, restaurantes e estabelecimentos turísticos pedem providências ao Ministério Público do Paraná

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Da Redação

Da esquerda para a direita: Gustavo Grassi, Nelson Goulart, Gilberto Giacoia, José Petri e Fabio Aguayo. (Foto: Divyulgação Abrasel)

Os representantes do setor gastronômico, turístico e de entretenimento foram recebidos pelo procurador-geral do Ministério Público do Paraná, Gilberto Giacóia, na manhã desta sexta-feira (21). O encontro uniu Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-PR), Associação Brasileira de de Bares e Casas Noturnas (Abrabar), Sindicato das Empresas de Gastronomia, Entretenimento e Similares de Curitiba (SindiAbrabar) e  Sindicato dos Trabalhadores no Comércio Hoteleiro, Meios de Hospedagem e Gastronomia de Curitiba e Região (SindeHoteis-PR) em prol de um pedido de providências sobre a falta de políticas públicas de reparação voltadas ao setor.

O grupo apresentou um levantamento com o número de demissões desde o início da pandemia e a interferência direta das medidas restritivas impostas pela administração municipal. De acordo com Nelson Gourlart, presidente da presidente da Abrasel-PR, as cobranças têm sido desproporcionais, sem nenhuma contrapartida. “Estamos sendo sacrificados desproporcionalmente e, em sendo isso inevitável pelo princípio de precaução sobre o qual discorremos até o entendimento, porém não há qualquer indicação de reparação por parte do poder público nos sendo, por exemplo, cobrado IPTU integral e com aumento”, explicou.

Durante o encontro, também foram pedidas providências sobre o evento promovido pela prefeitura de Curitiba, que teria causado aglomeração de pessoas durante a inauguração do Memorial Paranista, no Parque São Lourenço, no dia 14 de maio.

“Falamos da indignação causada pela atitude soberba e insensível, para dizer o mínimo, da prefeitura municipal ao realizar evento de inauguração quando a todos, por sua própria lavra, proibia tal tipo de ação. Solicitamos que o Ministério Público, que é responsável pela defesa da ordem jurídica e dos interesses da sociedade e pela fiel observância da Constituição e das leis, haja no sentido de responsabilizar os agentes por flagrante desrespeito ao regramento jurídico”, conta Nelson Goulart.

A reunião durou cerca de uma hora e segundo Gourlart, o procurador Gilberto Giacoia demonstrou empatia com os problemas apresentados pelo setor. Um novo encontro foi agendado pelo próprio procurador-geral Gilberto Giacóia, com o promotor de Justiça de Proteção à Saúde Pública de Curitiba, Marcelo Paulo Maggio, às 15h, na próxima segunda-feira (24).

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