Empresa paranaense é pioneira em tecnologia de reconhecimento facial nos aeroportos brasileiros

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Da Redação

O novo sistema está sendo desenvolvido em parceria com a empresa paranaense Pacer. (Foto: Reprodução internet)

A quinta maior ponte aérea do mundo em número de passageiros e volume de vôos começou a testar nesta terça-feira (15) uma nova tecnologia de reconhecimento facial desenvolvida com apoio da empresa paranaense Pacer. O projeto faz parte do programa Embarque + Seguro, do Ministério da Infraestrutura, do govero federal. Nesta fase os equipamentos irão funcionar no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, simultaneamente com o Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. O resultado servirá de base para implantação do sistema em todos os aeroportos brasileiros, incluindo o Aeroporto Internacional Afonso Pena, na região metropolitana de Curitiba.

Os passageiros voluntários que voarem no trecho onde a tecnologia foi instalada poderão embarcar sem a necessidade de apresentar cartão de embarque e documento de identificação. Outros aeroportos já passaram pelo processo de avaliação em Florianópolis, no estado de Santa Catarina, Salvador, na Bahia e Belo Horizonte, em Minas Gerais.

O viajante informa nome, CPF e número de celular para receber uma mensagem de texto solicitando autorização para o registro da foto e o tratamento dos dados (Foto: Divulgação)

A tecnologia de reconhecimento facial para a identificação do passageiro e embarque automático nos portões eletrônicos (e-gates) já é oferecida no mercado. No entanto, segundo os idealizadores do projeto não existia, até o momento, um sistema nacional unificado que possibilitasse checar e validar, a identidade do passageiro a partir do cruzamento com diferentes bases de dados governamentais.

O diretor da Pacer, André Pocai, explica que a partir de agora isso será possível. “Fomos pioneiros no Brasil ao desenvolver o sistema wavemaker, que usa inteligência artificial para projetar no chão um ‘tapete’ com o número dos assentos em realidade aumentada que se move conforme o fluxo dos passageiros. E agora, com essa nova tecnologia, os aeroportos se tornarão ainda mais práticos e seguros”, conta.
 
Além de dispensar o manuseio de papéis, a solução facilita o embarque e reduz o tempo nas filas, já que o tempo de checagem por passageiro é de aproximadamente dois segundos. Os testes serão realizados com passageiros voluntários da Azul, que serão convidados a experimentar a tecnologia no momento do check-in. No balcão da companhia aérea, o viajante informa nome, CPF e número de celular para receber uma mensagem de texto solicitando autorização para o registro da foto e o tratamento dos dados. Com o consentimento, as informações são checadas nas bases de dados governamentais. Havendo a validação, a pessoa fica liberada para ingressar na sala de embarque e na aeronave por meio dos pontos de controle biométrico, que fazem a identificação com o uso de câmeras, dispensando a apresentação de documento com foto e de cartão de embarque.

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