DESKTOP

Escolas particulares podem retornar nesta segunda em modelo presencial

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no email
Compartilhar no whatsapp

Simone Giacometti

blank
Aulas presenciais terão que respeitar distância entre as carteiras e uso de máscara é obrigatório nas salas. (Foto: Divulgação)

As aulas presenciais na rede privada de ensino estão autorizadas a partir desta segunda-feira (05) conforme  resolução número 240/21 da Secretaria da Saúde, desde que seja respeitado o limite de 30% dos alunos nas salas de aula e sejam seguidos os protocolos de segurança. Os pais e responsáveis que desejarem permanecer no formato online poderão manter os estudantes em casa.

A volta da bandeira laranja em Curitiba respalda o retorno em formato híbrido, na rede privada. O sindicato que representa as escolas particulares comemorou a decisão. Neste final de semana, muitos gestores dos colégios já comunicaram aos pais que estarão com as portas abertas.

LEIA TAMBÉM:

O Sinepe quer ampliar o percentual de alunos nas salas para 50%, alegando necessidade de oferecer um local seguro para que os pais deixem os filhos enquanto estiverem trabalhando. O sindicato argumenta ainda que os estabelecimentos de ensino estão preparados para seguir os protocolos e normas estaduais e municipais.

Pais devem assinar autorização

Apesar dos gestores dos colégios particulares afirmarem estarem seguros com a volta às aulas, os pais e responsáveis que quiserem enviar os filhos para a aula presencial, terão que se responsabilizar legalmente ao enviarem a criança ou adolescente para o colégio, assumindo qualquer risco caso haja contaminação. A maioria dos estabelecimentos está cobrando essa autorização por escrito.

Além da medição de temperatura e recipientes com álcool em gel na chegada, distanciamento entre as carteiras, uso obrigatório de máscara e troca das mesmas de duas em duas horas, os alunos não poderão utilizar bebedouros comuns e nem compartilhar alimentos. Os espaços onde normalmente havia interação devem se manter fechados, como brinquedotecas, bibliotecas, laboratórios e outros ambientes.

Outro ponto que tem gerado divergência entre pais e diretores de escolas, é o valor das mensalidades. A volta às atividades presenciais é uma forma de cobrar mensalidade cheia, sem descontos concedidos quando há negociação por exigência dos responsáveis, no caso do formato remoto.

Os pais tem o direito de pedir uma planilha de custos detalhada para os colégios e se ficar comprovado que os estabelecimentos estão gastando menos com limpeza, luz e funcionários, por exemplo, poderão pedir negociação das mensalidades, de acordo com orientação do Procon-PR. Custos adicionais com aulas extracurriculares, como natação, judô e balé, caso continuem sendo cobrados, podem ser descontados.

Na rede pública estadual as aulas seguem suspensas. De acordo com o governador Ratinho Jr, o retorno só acontecerá após a vacinação dos professores e funcionários das escolas. Na rede municipal de Curitiba, o prefeito Rafael Greca também se manifestou contra o retorno, temendo pela segurança dos “curitibinhas”.

Siga-nos no Instagram para ficar sempre por dentro das notícias:


Veja Também

blank

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

blank
X