Exposição de fotos em hospital de Curitiba mostra a importância da palhaçaria para pacientes e profissionais da saúde

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Reinaldo Bessa

A exposição “Me empresta seu sorriso reúne 22 fotos de ações promovidas pela trupe (Foto: Thais Porsch/Divulgação)

Atuando há cinco anos na região metropolitana de Curitiba, a ONG Nariz Solidário, que leva a alegria do palhaço para ambientes médico-hospitalares, está promovendo uma exposição de fotos capturadas no Hospital do Idoso Zilda Arns e Hospital Infantil de Campo Largo. A abertura da mostra será neste sábado (06), no próprio Hospital Zilda Arns, a partir das 9h30. A exposição “Me empresta seu sorriso” reúne 22 fotos das ações promovidas pela trupe e ficará aberta à visitação até o dia 6 de agosto.

As fotos são resultado de uma pesquisa feita por uma equipe de estudantes de jornalismo da PUCPR, que acompanhou durante seis meses o trabalho do Nariz Solidário, registrando em fotos e vídeos a atuação dos voluntários nos hospitais de Curitiba e região. A intenção do trabalho é mostrar aos visitantes, pacientes e à equipe técnica do hospital como o trabalho de palhaçaria funciona, além de levar um pouco de emoção para está hospitalizado.

Semanalmente a equipe do Nariz Solidário visita as instalações do Hospital do Idoso Zilda Arns e interage com todos que se mostram abertos, desde recepcionistas e equipe de segurança até pacientes da UTI. Nesses encontros, os palhaços estabelecem conexões empáticas e interações lúdicas, tendo o jogo de improviso, a música e a alegria como ferramentas-chave. Segundo o presidente e diretor geral da associação, Eduardo Roosevelt, a exposição é uma oportunidade de retratar e refletir sobre o significado da passagem do palhaço pelo ambiente hospitalar. Nos momentos capturados, há evidências da importância dessa figura, que é capaz de transformar o ambiente e o estado emocional dos pacientes, familiares acompanhantes e colaboradores do hospital. “As imagens do nosso trabalho no Hospital Infantil de Campo Largo e no Hospital do Idoso Zilda Arns também traçam um interessante paralelo entre a interação do palhaço com quem está no início e no final da vida. Podemos observar as potências e fragilidades do ser humano em ambos os momentos”, diz Roosevelt.

Ele reforça ainda que o Nariz Solidário leva o palhaço e sua linguagem muito a sério e que os profissionais voluntários estão em constante treinamento. Em cinco anos de atividades mais de 27 mil pessoas já foram impactadas pelas ações da ONG, que também é referência pelo constante trabalho de capacitação de seus voluntários, pelo mapeamento em rede de grupos que atuam com a palhaçaria na região, além de  fazer-se presente em diversos movimentos dentro da rede do terceiro setor de Curitiba.

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