Feirantes de Curitiba apostam em delivery e pagamento por PIX para fidelizar clientes

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Da Redação

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 A médica aposentada Barbara Sandra Asbahr, 73 anos, recebe os alimentos em casa pela feirante Lucia Boganika da feira do Bigorrilho. (Foto: Ricardo Marajó/SMCS)

A relação entre comerciantes e clientes nas feiras livres de Curitiba se intensificou ainda mais graças à tecnologia e aos novos serviços ofertados por causa da pandemia. Delivery, grupos de entrega pelas redes sociais e até o PIX, meio de pagamento instantâneo por transferência, agora são aliados dos comerciantes das 89 feiras da cidade.

A médica aposentada Barbara Sandra Asbahr, 73 anos, é freguesa fiel da banca de Lúcia Boganika na feira do Bigorrilho. Com a pandemia, desde o ano passado, ela deixou de ir ao local, mas, como não abre mão de adquirir frutas e verduras da feirante, ingressou no grupo do WhatsApp de clientes que recebem os alimentos em casa. “Lúcia sabe como gosto das frutas, verduras e legumes. Assim, fico tranquila que tudo será da melhor qualidade”, afirma Barbara.

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A feirante conta que as vendas por delivery começaram tímidas, a partir de março de 2020, mas foram crescendo com o avanço da pandemia. “Hoje, já tenho clientes fixos que pedem para entregar em casa. A maioria é mais idoso, entre 65 e 75 anos, mas também há jovens que preferem não sair às ruas”, conta Lúcia.

Normalmente os pedidos são feitos no dia anterior à realização da feira próxima à residência do cliente. “No dia, montamos os kits e entregamos na casa do cliente, tudo embalado e protegido. Tem freguês que mora a uma quadra, mas há quem more a oito quilômetros”, explica Lúcia, que também trabalha com a família nas feiras do Batel, Jardim das Américas, Vila Hauer e Mercês.

Formas de pagamento

Com a pandemia, os feirantes também estão cada vez mais apostando em novas tecnologias de pagamento para reduzir a chance de contágio da Covid-19.

“Além de dinheiro em espécie, os pagamentos podem ser feitos com cartão de crédito ou débito, sem falar que já estamos usando o PIX, que evita o manuseio das maquininhas por nós e pelos clientes”, diz Lúcia.

Confira os locais e horárias das feiras livres de Curitiba no link.

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