Greca interrompe expediente para comer pastel e coxinha em formato de capivara

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Da Redação

As irmãs Cristiane (Mity) e Tatiane Yamashiro, idealizadoras do pastel e coxinha em forma de capivara, serviram pessoalmente o prefeito Rafael Greca. (Foto: Daniel Castellano/SMCS)

O prefeito Rafael Greca abriu espaço em sua agenda na tarde desta segunda-feira (13) para provar o pastel e a coxinha em formato de capivara. Febres da internet e campeões de vendas das feiras noturnas do Água Verde e Lindoia, os salgados foram apresentados a ele pelas irmãs e feirantes Cristiane (Mity) e Tatiane Yamashiro, idealizadoras dos alimentos. O encontro ocorreu, curiosamente, na véspera do Dia Internacional da Capirava, comemorado nesta terça-feira (14).

“O pastel e a coxinha, que homenageiam este animal considerado símbolo de Curitiba, são exemplos de empreendedorismo e economia criativa”, parabenizou Greca depois de experimentar ambos. Mity, terceira geração do negócio herdado do pai, Osamu Yamashiro, contou que teve a ideia de criar o pastel em formato de capivara e outras curiosas figuras, como morcego, Pokémon e dinossauro, durante o período em que as feiras livres estiveram fechadas devido à bandeira vermelha na capital. “Comecei a testar e fazer o desenho na massa, depois passei a expor, transformando-se em um grande sucesso”, contou ela ao prefeito.

O pastel em forma de capivara é sucesso na barraca das duas irmãs nas feiras do Água Verde e Lindoia. (Foto: Daniel Castellano/SMCS)

O pastel em formato de capivara custa R$ 15 e tem duas opções de sabor (carne e queijo). A produção é limitada a 250 unidades por feira. A “Capixinha”, coxinha em formato de capivara com recheio de frango, custa R$ 10. Elas também vendem pasteis no formato clássico retangular (de carne, pizza, palmito, queijo e carne com queijo) a partir de R$ 7. Segundo elas, todo mundo quer o pastel de capivara. “Tem que chegar cedo porque até às 18 horas já vendemos tudo normalmente”, contou Mity.

Durante o encontro com Greca, as irmãs também apresentaram os doces no formato de capivara vendidos por elas pelas redes sociais.

As Capixinhas, coxinha em formato de capivara com recheio de frango, também são campeãs de venda. (Fotos: Daniel Castellano/SMCS)

Monitoramento

As capivaras que vivem nos parques de Curitiba são monitoradas pelo Departamento de Pesquisa e Conservação da Fauna da Secretaria Municipal do Meio Ambiente. (Foto: Cesar Brustolin/SMCS)

Além de servir de inspiração para as irmãs Yamashiro, as capivaras de Curitiba são monitoradas pelo Departamento de Pesquisa e Conservação da Fauna da Secretaria Municipal do Meio Ambiente. Animais de vida livre, elas fazem a alegria de curitibanos e turistas no Parque Barigui. Estima-se que cerca de 180 animais da espécie vivem nas Unidades de Conservação de Curitiba. O monitoramento existe para garantir que cada indivíduo esteja com a saúde em dia. “Trata-se de projeto de pesquisa e de acompanhamento desses animais, conhecidos em outras regiões por serem hospedeiros do carrapato-estrela”, explica o diretor de Pesquisa e Conservação da Fauna, Edson Evaristo.

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“Embora historicamente não tenha sido detectada em nenhum momento a presença do agente causador da febre maculosa nas nossas capivaras, julgamos importante manter o acompanhamento para garantir segurança sanitária no convívio entre animais e humanos nos parques”, diz Evaristo. Ele lembra que, apesar de estarem sempre em grande quantidade nos parques e parecerem dóceis, é preciso entender que são animais silvestres e o seu espaço deve ser respeitado.

Quem costuma fazer caminhadas pelo Parque Barigui já deve ter visto uma estrutura montada para futura contenção das capivaras. O brete móvel instalado pela equipe do Departamento de Pesquisa e Conservação da Fauna fica próximo ao Salão de Atos. Elas vão ao local buscar alimento, em geral, bem cedo. A próxima etapa do projeto envolverá a captura de alguns animais para a realização de exames de sangue e testes laboratoriais para monitoramento da sanidade dos grupos, bem como o acompanhamento da ocorrência e da distribuição dos carrapatos nos parques. Além do Departamento de Pesquisa e Conservação da Fauna, fazem parte desse trabalho a Unidade de Vigilância de Zoonoses da Secretaria Municipal da Saúde, a Secretaria da Saúde do estado e o Laboratório de Zoonoses e Epidemiologia Molecular da Universidade Federal do Paraná.

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