Grupo Mulheres do Bem, formado por chefs de Curitiba, já serviu 16 mil refeições a moradores de rua

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Da Redação

Os pratos servidos pelas chefs de cozinha do grupo Mulheres do Bem evam em conta o valor nutricional e a qualidade gastronômica. (Foto: Arquivo pessoal)

Março de 2021 marcou o início da parceria do grupo formado por chefs de cozinha de Curitiba, batizado de Mulheres do Bem, com o programa Mesa Solidária da prefeitura. E de lá para cá, elas já distribuíram 16 mil refeições gratuitas para pessoas em situação de risco social, como moradores de rua e desempregados. 

O Mulheres do Bem é formado por sete renomadas chefs da capital e uma jornalista especializada em gastronomia. Vânia Krekniski (Limoeiro), Manu Buffara (Manu), Flávia Rogoski (Bom Vivant), Cláudia Krauspenhar (K.sa), Eva dos Santos (La Chica), Gabriela Carvalho (Quintana), Rosane Radecki (Girassol) e Jussara Voss. Elas servem lanches todas as terças-feiras no Restaurante Popular da Rua da Cidadania da Matriz, no centro.

De acordo com a chef Vânia, o mais importante da parceria entre o grupo e o Mesa Solidária é levar mais dignidade às pessoas em vulnerabilidade. “A intenção do Mulheres do Bem vai ao encontro da ação do Mesa Solidária. Nós fazemos o nosso melhor para eles se sentirem melhor. A dignidade está em entrar no restaurante, lavar as mãos, sentar à mesa, conversar e socializar”, afirma.

A chef de cozinha Vânia Krekniski, do grupo Mulheres do Bem, conta que os ingredientes usados na elaboração dos pratos, são escolhidos com todo cuidado. (Foto: Arquivo pessoal)

Toque de chef

Vânia conta que as refeições servidas pelo Mulheres do Bem no Mesa Solidária sempre buscam aliar qualidade nutricional e uma experiência diferente de sabores. Assim, as chefs já serviram para moradores de rua e desempregados pratos inusitados como cuscuz marroquino, frango com especiarias, arroz com amêndoas, moqueca de banana e torta de grão de bico acompanhada de quibe assado com carne e vegetais.

“É muito legal ver a reação das pessoas atendidas quando comem algo diferente e que nunca tiveram essa oportunidade”, salienta Vânia. “A comida transforma. Temos a oportunidade de olhar nos olhos da pessoa e sentir o agradecimento. O alimento pode ser a porta para o resgate social”, finaliza a chef.

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