Moradores de rua de Curitiba ganham ceia de Natal farta

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Da Redação

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Para atender às exigências sanitárias de distanciamento social, os participantes foram divididos em grupos. (Foto: Ricardo Marajó/SMCS)

Uma ceia para 300 pessoas, com direito a sobremesa, presentes, Papai e Mamãe Noel, árvore de Natal, músicas temáticas e distribuição de um item indispensável: máscaras. Assim foi a véspera de Natal das pessoas em situação de rua que frequentam a unidade de atendimento da Fundação de Ação Social (FAS) de Curitiba na Praça Plínio Tourinho, no Rebouças.

Para atender às exigências sanitárias de distanciamento social, os participantes foram divididos em grupos. A orientação era que todos higienizassem as mãos com álcool em gel e só tirassem as máscaras para comer. A confraternização foi idealizada pelo projeto Mesa Solidária, que há um ano reúne órgãos públicos municipais e grupos de voluntários empenhados em oferecer refeições de qualidade a quem não tem onde morar ou saiu de casa. Para garantir a ceia de véspera de Natal 13 entidades se juntaram à FAS e à Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional.

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Pessoas em situação de rua celebram o Natal com ceia no Mesa Solidária. Curitiba. (Foto: Ricardo Marajó/SMCS)

Atuaram ao lado dos dois órgãos vinculados à administração municipal os grupos Super Amigos Solidários, Kobe, Fazer o Bem Sem Olhar a Quem, Gastromotiva, Marmita Solidária, Magia Solidária, Luz no Caminho, Ágape Church, Terreiro Vovó Benta, Caminhoneiros do Bem, Alimentando Corações, Irmandade Santa Casa e Rotary Club. “Foi a primeira vez que tivemos tantos grupos de voluntários atuando ao mesmo tempo, para um só evento, numa sinergia incrível”, observou a gerente da secretaria, Morgiana Kormann.

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Membro do grupo Marmita Solidária e do Bees (abelhas, em inglês) do Bem, Allan Johan ajudou a preparar arroz colorido – um dos itens da ceia, que também incluiu lombo de porco, salpicão e maionese, entre outras delícias. “Esse é o verdadeiro sentido do Natal: estar presente para fazer a diferença na vida das pessoas que realmente precisam da nossa ajuda”, resumiu.

Entre os convivas estava Rafael Maciel Rosa, que foi para as ruas depois de romper com a família e, há três dias, descobriu as vantagens de pernoitar na Casa de Passagem Plínio Tourinho. Rosa contou ser escultor autodidata e disse que quer muito voltar a ter condições de esculpir.

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