Paraná recebe nova remessa com 67,8 mil imunizantes da Pfizer

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Da Redação

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Segundo lote com 67.860 doses da vacina Pfizer/Comirnaty/BioNtech chega no Centro de Medicamentos do Paraná. (Foto: Geraldo Bubniak/AEN)

A nova remessa chegou na noite desta segunda-feira (10) com 67.860 doses da vacina Pfizer/Comirnaty/BioNtech. Além de Curitiba, Londrina, Cascavel e Maringá também vão receber doses do segundo lote da vacina produzida pela farmacêutica norte-americana. As doses ficarão armazenadas no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) até a distribução, ainda sem data.

Este é o segundo lote de imunizantes da Pfizer enviado ao Paraná. As vacinas serão destinadas às grávidas, mães com bebês recém-nascidos, pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente. Na semana passada o estado recebeu 32.760 doses da farmacêutica multinacional com sede em Nova Iorque, nos Estados Unidos.

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Também é a última entrega referente à 18ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde. Essas doses da Pfizer se somam às 242 mil da vacina Covishield, da parceria AstraZeneca/Oxford, entregues na quinta-feira (06), e às 57,8 mil doses da CoronaVac, produzida pela parceria da farmacêutica chinesa Sinovac e do Instituto Butantan, de São Paulo, que chegaram neste sábado (08). A distribuição às 22 regionais de saúde começará nesta semana.

O Paraná já recebeu e distribuiu mais de 3,6 milhões de doses. Segundo o Vacinômetro da Secretaria estadual da Saúde, pouco mais de 1,9 milhão de paranaenses já receberam a primeira dose e 1,051 milhão completaram a imunização com as duas doses. Mais de 85% do que foi distribuído foi aplicado.

Vacina da Fiocruz

A expectativa é de que o cronograma de vacinação seja mais eficaz quando a Fundação Oswaldo Cruz começar a fabricar a vacina da Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19 inteiramente em solo nacional, graças a produção do ingrediente farmacêutico ativo (IFA).

Segundo a direção da Fiocruz, a partir de 15 de maio isso será possível. A produção com o IFA nacional é resultado de um acordo de transferência de tecnologia entre a Fiocruz e o consórcio formado pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca. Até o momento as doses produzidas dependem de IFA importado da China.

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