Paraná bate média histórica de chuvas pela segunda vez no ano; rodízio pode ser flexibilizado

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Simone Giacometti

O atual modelo de rodízoi vai até 14 de novembro, (Foto: Geraldo Bubniak/AEN)

Pela segunda vez ao longo do ano choveu mais do que a média histórica no Paraná em um mês, colaborando para amenizar a crise hídrica que tem causado o rodízo de água no Paraná desde o ano passado. A boa notícia é que essa quantidade toda de chuva pode permitir a flexibilização do rodízio em Curitiba.

Um levantamento feito pelo Simepar, o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná, mostrou que a chuva acumulada de outubro em dez cidades de diferentes regiões do Paraná está 59% acima do esperado para o período. Até então, apenas em janeiro a marca histórica tinha sido superada em 2021.

As cidades com maior volume de chuvas foram Cascavel, com 455,4 mm, e Maringá, com 429 mm. Mas Curitiba também pode comemorar porque choveu mais do que o esperado na capital: 161,2 mm, um pouco a mais do que costuma ser registrado neste mês, 150 mm. E isso deve aumentar os níveis das barragens que abastecem a população da região Metropolitana de Curitiba e permitir uma trégua no rodízio que vem sendo adotado desde 2020.

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O modelo atual prevê 36 horas com água e 36 horas sem abasteciimento. Segundo a Sanepar, essa estratégia seguirá assim até 14 de novembro, quando poderá haver uma revisão do sistema de rodízio. De acordo com a companhia, as barragens atingiram 62,33% da capacidade com as últimas chuvas. Os números são melhores do que os registrados mês passado, quando essa medição apresentava 49,14%. A expectativa para o mês de novembro é de mais chuva ainda. Segundo o Simepar, nesta terça-feira vai continuar chovendo, principalmente no litoral.

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