Polícia Civil do Paraná adota plataforma que capta provas digitais de crimes

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Da Redação

Nova plataforma para a captura de provas digitais passa a ser utilizada nesta quinta-feira (22). (Foto: Divulgação/AEN)

A Polícia Civil do Paraná passa a utilizar a partir desta quinta-feira (22) uma nova plataforma para a captura de provas digitais. A ferramenta, criada pela empresa Verifact, de Maringá, vai facilitar a coleta de informações na internet e dar mais veracidade ao material registrado. Segundo o delegado-geral da Silvio Jacob Rockembach, isso melhorará a qualidade das provas, resultando em condenações mais robustas aos criminosos. A utilização desta nova plataforma será possível graças ao termo de compromisso entre a Polícia Civil e a empresa assinado nesta quarta-feira (21), sem ônus aos cofres do Estado. “Essa parceria vai ao encontro de um dos objetivos da Polícia Civil do Paraná, que é investir em inovação e tecnologia visando a excelência no atendimento ao público”, diz Rockembach.

De acordo com Regina Acutu, da Verifact, a empresa é a única na América Latina que tem solução tecnológica de registro e captura de dados que garante a imutabilidade do material colhido, com técnicas forenses. “Sabemos que existem outras duas soluções no mundo, nos Estados Unidos e outra na Europa, só que ambas não possuem um rigor técnico tão forte”, explica a empresária.

Alexandre Munhoz, também sócio da empresa, diz esperar que a parceria com a Polícia Civil contribua para o combate à impunidade. “A ideia é deixar a prova digital mais robusta, com fundamento técnico, e que se evitem casos de impunidade por questionamentos em cima de provas normais”, diz.

Mulheres primeiro

O projeto-piloto começará pelo atendimento aos crimes de violência contra a mulher e aos crimes cibernéticos, em Curitiba. O termo de compromisso para a avaliação técnica terá validade de um ano e meio, podendo ser renovado. O objetivo é que nesse período seja possível aferir a aceitabilidade do programa, tanto pelos policiais civis responsáveis pela investigação quanto por promotores e juízes.

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