Produção industrial do Paraná cresce 9% no primeiro trimestre

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Da Redação

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A produção industrial paranaense teve crescimento de 9% no primeiro trimestre de 2021. Na imagem, a fábrica Colibri Móveis, de Arapongas. (Foto: Gilson Abreu/AEN)

A produção industrial do Paraná registrou crescimento de 9% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com os primeiros três meses de 2020. O crescimento foi o dobro da média nacional, que foi de 4,4% nos três primeiros meses do ano.

Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM Regional), divulgados nesta terça-feira (11) pelo IBGE, e mostram que o Paraná ocupa a quarta posição entre os estados com o melhor resultado do trimestre, empatado com São Paulo. Em primeiro lugar está Santa Catarina (17,8%), seguida do Rio Grande do Sul (12,3%) e Minas Gerais (9,1%). Somente 10 dos 15 estados pesquisados pelo IBGE tiveram crescimento na produção industrial no período.

A pesquisa mostra também um aumento de 12,3% na produção em março com relação ao mesmo mês do ano passado. Outro dado da pesquisa é que a indústria paranaense caiu 1% em março passado com relação a fevereiro, além da redução de 1% no acumulado dos últimos 12 meses. A queda em março foi uma tendência nacional, que teve redução de 2,4% da produção industrial do país e também um recuo em nove dos 15 locais analisados pelo IBGE. Entre esses estados, Paraná e Santa Catarina foram os que tiveram a menor redução.

De acordo com o governador Ratinho Jr., mesmo com o impacto da pandemia em diversos setores da economia, a indústria do Paraná continua forte. “O crescimento industrial impacta nos outros setores, contribuindo com a retomada econômica do estado e de grande parte das cidades paranaenses, já que o Paraná conta com uma indústria diversificada e espalhada por todas as regiões”, disse.

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O crescimento paranaense foi o dobro da média nacional, cuja produção aumentou 4,4% nos três primeiros meses do ano. (Foto: Gilson Abreu/AEN)

Dos 15 setores analisados pelo IBGE no Paraná, 13 tiveram aumento na produção industrial nos primeiros três meses de 2021. A fabricação de produtos de madeira puxou o crescimento, com aumento de 32,7% no trimestre e de 58,9% com relação a março do ano passado, além de um aumento de 11,9% no acumulado de 12 meses. E seguido pela fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos, que teve alta de 31,7% entre janeiro e março, de 58,9% se comparado a março de 2020 e de 11,9% nos últimos 12 meses.

A indústria de máquinas e equipamentos do estado também teve crescimento substancial no primeiro trimestre do ano, com ampliação de 28,6% na produção. Completam a análise os setores de fabricação de produtos de materiais não metálicos (25,8%); de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (19,7%); de móveis (19%); de produtos de borracha e material plástico (17,8%); de outros produtos químicos (16%); de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (4,8%); de veículos automotores, reboques e carrocerias (4,4%); e de bebidas (1,4%).

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Os únicos a fechar o trimestre com números negativos foram as indústrias de fabricação de celulose, papel e produtos de papel (-6,2%) e de produtos alimentícios (-4%). Este último setor, no entanto, ainda conta com resultados positivos com relação a março de 2020 (0,6%) e no acumulado de 12 meses (6,3%).

Já no mês de março, houve aumento na produção em 14 setores na comparação com o mesmo mês de 2020. Os melhores resultados foram nas indústrias de produtos de madeira (58,9%); de produtos de materiais não metálicos (35,5%); de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (31,5%); de outros produtos químicos (28,5%); de produtos de borracha e material plástico (24,7%).

Na sequência vem a fabricação de máquinas e equipamentos (18,5%); de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (12,8%); de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (10,6%); de veículos automotores, reboques e carrocerias (7,6%); de bebidas (5,2%); e de produtos alimentícios (0,6%). Somente a fabricação de celulose, papel e produtos de papel fechou em baixa no mês, com queda de 6,2%.

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