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Agressora de manifestante atingida em protesto vai responder por tentativa de homicídio

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Da Redação

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Nem todos os manifestantes estavam de máscara e respeitaram o distanciamento social. (Foto: Franklin de Freitas)

Uma mulher de 73 anos que participava da Marcha da Família Cristã, neste domingo (11), ficou ferida após ter sido atingida por objetos jogados pela moradora do 13º andar de um edifício na Avenida Visconde de Guarapuva, no Batel. A manifestante foi socorrida no local e levada para um hospital, onde foi atendida e liberada logo em seguida.

A Polícia Militar foi chamada e se dirigiu até o local. Os policiais receberam indicação de outros manifestantes que estavam no protesto, para localizar o apartamento da agressora. Autorizados para entrar no prédio, foram até ela, que confessou ter jogados dois ovos, segundo consta no boletim de ocorrência da PM. Ainda de acordo com o registro dos policias que atenderam a ocorrência, a mulher não resistiu à prisão e informou ter tomado essa atitude porque era contrária ao pensamento ideológico do ato que estava acontecendo. Ela foi detida e levada para a delegacia.

De acordo com a assessoria da Polícia Civil, a mulher de 53 anos, que se chamaria Daniela, foi presa em flagrante. Ela é acusada de ter jogado os objetos e na tarde desta segunda-feira (12) continuava detida no 5º Distrito Policial de Curitba e vai responder por tentativa de homicídio. A suspeita apagou os perfis nas redes sociais que mostravam sua posição contrária ao presidente Jair Bolsonaro, logo após a agressão. A polícia não quis divulgar os nomes das envolvidas.

Ainda de acordo com a assessoria da Polícia Civil, ninguém mais ficou ferido.

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Vários manifestantes não usaram máscaras durante o protesto. (Foto: Franklin de Freitas)

Chuva de tomates e ovos

Os manifestantes que foram para as ruas com faixas e cartazes em apoio ao presidente Jair Bolsonaro enfrentaram a reação de pessoas que são contra aglomerações em plena pandemia. Além das vaias e xingamentos, voaram tomates e ovos por onde o grupo de bolsonaristas passou.

Muitos estavam sem máscaras ou usando o equipamento de proteção de forma errada. No entanto, nem a Guarda Municipal de Curitiba, nem a Polícia Militar, dispersaram o grupo.

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