Revista mostra apartamento curitibano construído dentro de salão de festas desativado

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Da Redação

O salão ficou desocupado por 20 anos antes de ser transformado em um apartamento com decoração exclusiva. (Foto: Eduardo Macarios)

Um jovem empresário de Curitiba é um dos destaques da última edição da revista Casa Vogue. Dedicada à arte, a edição revela a curiosa história do apartamento de Rodrigo Corrêa, adaptado de um salão de festas do Edifício Procopiak, na região da Praça Osório, no Centro. O espaço ficou desocupado por 20 anos até ser arrematado pela família de Corrêa em um leilão.

O local foi totalmente reformado e cada ambiente ganhou personalidade própria. (Foto: Eduardo Macarios)

Misto de residência e galeria de arte particular, o projeto desenvolvido pelo escritório Küster Brizola Arquitetos valeu-se das paredes brancas e piso de micro cimento claro para destacar a arte contemporânea e a popular, bem como o mobiliário modernista.

Ao longo de 400 m², misturam-se dezenas de peças de artesanato brasileiro e internacional – especialmente de povos africanos –, obras de artistas locais e uma vasta coleção de peças de mobiliário modernista resultante de anos de pesquisa do morador.

O espaço tem 400 m²e reúne peças de artesanato brasileiro e internacional, principalmente de povos africanos. (Foto: Eduardo Macarios)

“O Centro de Curitiba é uma parte importante deste imóvel e nós reforçamos este conceito mantendo escancaradas as enormes esquadrias que trazem a vista para a cidade”, explicou o arquiteto Arthur Brizola ao portal.

O salão de festas foi arrematado em um leilão há alguns anos. Após um tempo, Corrêa e a mulher, Talita, decidiram se mudar para lá, onde aliás se casaram, e chamaram Brizola para adaptá-lo como moradia. O arquiteto chama o apartamento de orgânico porque está sempre mudando. O Edifício Procopiak tem cerca de 70 anos e é um dos mais antigos do Centro de Curitiba.

Assinado pelo escritório Küster Brizola Arquitetos, o projeto destaca a arte contemporânea e a popular, com mobiliário modernista. (Foto: Eduardo Macarios)

Inicialmente a família pensou em alugá-lo como espaço comercial, mas como o prédio é residencial a ideia não prosperou e o salão ficou 20 anos sem uso, até que há dois anos Rodrigo resolveu transformá-lo em residência.

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