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Saúde alerta para circulação de informações falsas sobre a vacinação em Curitiba

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Da Redação

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Prefeitura divulgou várias imagens alertando sobre fake news. (Foto: Divulgação)

A secretaria municipal da saúde alerta para circulação de informações falsas em grupos nas redes sociais a respeito da vacinação em Curitiba, principalmente entre funcionários da área de saúde. No alerta publicado nas redes sociais e no site de notícias da prefeitura, estão as informações corretas.

  • No Pavilhão do Parque Barigui: são vacinadas pessoas que receberam a confirmação pelo aplicativo Saúde Já ou que fazem parte da lista de vacinados encaminhada pelos hospitais e confirmada pela SMS. Os hospitais são responsáveis por encaminhar esses profissionais.
  • Nas instituições: Vacinadores da SMS também estão imunizando pessoas do grupo de risco in loco, em Instituições de Longa Permanência e em cinco hospitais da cidade (Clínicas, Evangélico Mackenzie, Cajuru, Trabalhador e Pequeno Príncipe). A vacinação in loco de indígenas já foi finalizada.
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As informações do programa de imunização foram distorcidas. (Foto: Divulgação)

Qualquer situação fora desses casos não faz parte dos procedimentos do plano municipal de imunização no momento. Veja aqui como serão as próximas fases.

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Desinformação

Nesta semana circularam em grupos mensagem que diziam, erradamente, coisas como: “…basta provar que é da Saúde” que será vacinado no Pavilhão do Barigui.

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Comentários em grupos de WhatsApp são falsos. (Foto: Divulgação)

Outra mensagem mentia para “enfermeiros, técnicos de enfermagem e médicos” de uma instituição de Saúde da capital, também dizendo que bastava levar documento. E reforçava: todos deveriam ir “na data de hoje” (quinta-feira, 28/1).

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As mentiras provocam a desinformação e aglomeração desnecessária no centro de vacinação. (Foto: Divulgação)

Já um áudio que circulou chamava acadêmicos de Medicina – portanto, que não fazem parte dos grupos atualmente em vacinação – para comparecerem ao pavilhão nesta sexta-feira. Dizia: “Conversei com autoridade sanitária. Todos os acadêmicos foram liberados.” A fim de atrair ainda mais gente, a mensagem dizia que “algumas técnicas” estavam se recusando a aplicar a vacina nos acadêmicos, mas que “agora estava tudo liberado”.

Nada disso é verdade.

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