Secretário de Ratinho Jr. defende lista suja da Covid-19 para quem participar de festa clandestina

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Da Redação

Rave clandestina com ingressos a R$500 reais é encerrada pela Guarda Municipal de São José dos Pinhais,, neste sábado (20). (Foto: Divulgação)

O secretário de Justiça, Família e Trabalho do Paraná, Ney Leprevost, encaminhou aos ministérios da Justiça e da Saúde uma proposta sugerindo que quem for flagrado realizando festas clandestinas ou participando deste tipo de evento seja cadastrado em uma “lista suja” da Covid-19 e no caso de precisar de um leito de UTI, se a vaga estiver sendo disputada por outra pessoa, que fique no fim da fila. Leprevost fez a sugestão na condição de deputado federal licenciado pelo PSD.

De acordo com ele, a proposta não pretende impedir o tratamento dos baladeiros clandestinos, mas que no caso de existir um só respirador e duas pessoas precisarem do aparelho, a prioridade será dada a quem não contraiu o vírus em baladas clandestinas. “Alguns irão alegar que esta proposta é inconstitucional. Mas, o direito de se divertir e de enriquecer com o lazer dos outros não se sobrepõe ao direto à vida e à saúde de toda a sociedade ”, afirmou o secretário, cujo pai se recupera das sequelas da Covid-19. Leprevost e a mulher, Carina, também testaram positivo, mas se mantiveram assintomáticos e já estão livres do isolamento.

Rave clandestina

Mesmo com a proibição de eventos e operações que resultam em multas para quem promove festas clandestinas, neste fim de semana a polícia flagrou uma rave sendo realizada em uma chácara de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. A Guarda Municipal chegou até a aglomeração através de denúncias anônimas.

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Ao encontrar o local, os guardas constataram a falta de cumprimento ao decreto que vigora em São José dos Pinhais. Cerca de 70 pessoas estavam na rave clandestina e desse total, 32 pessoas foram encaminhadas em um ônibus até o Juizado Especial Criminal, mas em torno de 40 conseguiram fugir quando as equipes fizeram a abordagem. O organizador teria cobrado R$500 reais por ingresso.

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