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Setores do Turismo promovem nesta quarta a Caminhada pela Reparação nas principais cidades do PR

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Da Redação

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Os manifestantes levaram faixas e cartazes para a caminhada em prol da reparação dos prejuízos financeiros causados pelas medidas restritivas. (Foto: Divulgação Abrabar)

Representantes de entidades e trabalhadores dos 54 segmentos econômicos envolvidos com o turismo promovem nesta quarta-feira (24) nas principais cidades do estado a “Caminhada pela Reparação”. A intenção é mostrar à sociedade e aos governos municipais e estadual a crise que atinge o setor desde o início da pandemia da Covid-19. Em Curitiba, a concentração terá início às 15h na Praça 19 de Dezembro (Praça do Homem Nú), e segue até a Praça Nossa Senhora da Salete, no Centro Cívico, entre a prefeitura e o Palácio Iguaçu.

A mobilização é organizada por várias entidades – entre elas Abrasel-PR, Abav-PR, Sindhoteis e Curitiba Convention & Visitors Bureau – e terá atos nas principais cidades do Paraná. “Nossa caminhada não é pela reabertura, é pela justa reparação”, afirmam os coordenadores da manifestação. De acordo com o presidente da Abrabar e um dos organizadores da caminhada, Fábio Aguayo, alguns setores estão há 11 meses sem poder trabalhar, outros enfrentam restrições tão severas que inviabilizam sua operação. “As demissões em eventos, hotéis, agências de viagem, restaurantes e bares ultrapassam milhares de pessoas que estão desamparadas na capital e cidades do interior”, diz ele. Ainda segundo Aguayo, sempre que o setor solicitou operar dentro das regras de prevenção o pedido foi negado sob a alegação do princípio do bem comum e da precaução. “Acolhemos resignadamente estes argumentos e nos amparamos no momento no judiciário”, afirma.

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De acordo com os setores que estão organizando a caminhada, já que não pode haver justa igualdade na distribuição do ônus da grande crise ocasionada pela Covid-19, que haja reparação, pois, mesmo proibidos por decreto de funcionar, continuaram as faturas de aluguel, de impostos como IPTU, de luz, de condomínio, de folha de pagamento dos funcionários, etc. “Se essa proibição ou severa restrição de funcionamento é do interesse da coletividade, que seja assim, a coletividade representada pelo poder público, que editou a norma que nos proíbe de trabalhar, de ganhar o pão, a nos fazer a justa reparação”, concluem as entidades representativas.

Segundo a Abrabar, desde o início da pandemia, as medidas adotadas pelas autoridades sanitárias paranaenses provocaram a falência de 40% dos bares, 30% dos restaurantes, 75% das casas noturnas e 80% das empresas de eventos, resultando no fechamento de milhares de empregos em todo o estado, especialmente na capital e em cidades turísticas onde existe grande concentração de empresas do ramo. Veja o vídeo gravado por Fábio Aguayo convocando para a manifestação.

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