Tapetes feitos à mão dão toque inusitado à área das piscinas na Casa Cor Paraná

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Da Redação

São mais de 450 m² de tapetes divididos entre a exuberante Galeria Botteh e outros 14 ambientes da mostra, que ocorre até 17 de outubro. (Foto: Divulgação)

Recém-inaugurada em Curitiba, a marca de tapetes Botteh Handmade Rugs promete surpreender os visitantes na Casa Cor Paraná que será aberta ao público neste domingo (5), no antigo centro poliesportivo Aquacenter Batel, na Rua Álvaro Alvim, 91, no Seminário. São mais de 450 m² de tapetes divididos entre a exuberante Galeria Botteh e outros 14 ambientes da mostra, que ocorre até 17 de outubro.

A galeria, instalada no piso das piscinas olímpicas do antigo complexo que abriga a Casa Cor, foi decorada com nove modelos de tapetes com mais de seis metros de comprimento cada. As peças estarão expostas nas paredes laterais das piscinas em alguns dos ambientes. O espaço receberá peças icônicas da tapeçaria, como o tapete iraniano Tabriz e o nepalês Hendesi.

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A variedade de estilos e conceitos das peças transformou o espaço em uma grande galeria, que dá nome ao ambiente e representa a essência da marca, com forte presença em São Paulo e Belo Horizonte. Antes da abertura, a Botteh convidou os profissionais da mostra para uma sessão de fotos, em que cada um posou com os tapetes escolhidos para seus ambientes.

A direção da Casa Cor Paraná promove um Open Day para jornalistas neste sábado (4), das 13 às 16h, para uma visita especial aos 39 ambientes da 27ª edição da mostra.

Nicolle Nogueira e Katherine Weber, da NK Arquitetura, usaram tapetes feitos à mão no ambiente ROTTAS Prime Lounge. (Foto: Divulgação/Gustavo Mafra)
Luana Vansin escolheu o tapete nodado bege indiano para seu espaço Vínculos Home e Jantar. (Foto: Divulgação/Gustavo Mafra)
Claudia e Raissa Bueno assinam o espaço Raízes Gourmet, com kilins do Paquistão e Índia. (Foto: Divulgação/Gustavo Mafra)

A arquiteta Larissa Loh, que assina a Suíte Relicário, escolheu o tapete exclusivo da Coleção Corbusier. (Foto: Divulgação/Gustavo Mafra)
O arquiteto Felipe Guerra usou mais de nove tapetes, entre Killins antigos e uma linha externa feita de material reciclado, no espaço Pool Party. (Fotos: Gustavo Mafra/Divulgação)

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