Universitário curitibano estreia como autor de ficção com livro sobre suspense juvenil

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Da Redação

Aos 20 anos, o universitário curitibano Bruno Thá Hidalgo não é chegado a jogos eletrônicos como a maioria dos da sua idade. Desde adolescente, ele curte escrever. Bruno acaba de lançar seu primeiro livro, “Precito”, cujo nome significa “aquele que segundo certa doutrina, está de antemão condenado” ou “aquele que foi objeto de maldição”. Apesar de escrito em primeira pessoa, é uma ficção juvenil de suspense e aventura, com um grande mistério envolvendo calamidades, garante o jovem autor, que assina a obra como N.T. Hidalgo. O N é uma referência a seu apelido, Nuni.

Bruno, estagiário de Direito no Sesc-PR, diz que sempre gostou de ler e começou a escrever ainda adolescente. Para escrever as 300 páginas de “Precito” ele se inspirou em alguns de seus autores favoritos, o japonês Nasu e Machado de Assis. “É uma fantasia urbana, leve, pé no chão”, resume ele. Animado com a boa recepção que o livro vem tendo, Bruno pensa em inscrevê-lo em alguns prêmios literários, como o Jabuti, na categoria Literatura Juvenil.

O livro – disponível para pré-venda fisicamente no site da Editora Viseu, de Maringá, e como e-book em todas as lojas eletrônicas – conta a história de Lucas, um adolescente que desde sempre tem visões aleatórias de pessoas em seus últimos momentos de vida ao redor do mundo. A descrição oficial do livro diz: “Lucas viveria uma vida normal, se não fosse sua habilidade única e incomum: presenciar, involuntariamente, os últimos momentos de vida de pessoas ao redor do mundo. Esta aptidão complica sua vida escolar e pessoal. Consegue manter sua sanidade e as aparências apenas com a ajuda de seu melhor amigo, João. Entretanto, um incidente infeliz o incita a batalhar pela verdade e por sua vida com o auxílio de seus confidentes”.

Lançado virtualmente na última segunda-feira (27), o livro terá uma sessão de autógrafos no dia 4 de fevereiro no Paço da Liberdade, que pertence ao Sesc-PR. Filho de advogado e neto do ex-jogador José Hidalgo Neto, o Capitão Hidalgo, que fez carreira no Coritiba, Bruno não pensou em seguir a carreira do avô famoso. “Nunca fui muito fã de futebol, mas tenho orgulho do meu avô”, diz. Sua paixão é a literatura, à qual se dedica desde cedo e na qual espera vir a ser um craque, como o avô em campo.

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