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Vereador Éder Borges tem mandato cassado e se diz vítima de perseguição política

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Da Redação

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Vereador Éder Borges é conhecido por ser um dos mais polêmicos desta legislatura. (Foto: Arquivo pessoal)

O Tribunal Regional Eleitoral cassou, nesta quarta-feira (14), o mandato do vereador Eder Borges (PSD), de Curitiba, conhecido pelo apoio declarado ao presidente Jair Bolsonaro, sem partido. Cabe recurso à decisão, que foi baseada no fato dele não ter prestado contas da campanha de 2016 a tempo de cumprir os prazos exigidos por lei para que sua candidatura fosse considerada apta.

Em entrevista ao portal, o vereador se disse vítima de articulação política de um candidato que perdeu as últimas eleições e disputa os votos dos apoiadores legítimos do presidente. Segundo ele, seu advogado de defesa já entrou com recurso junto ao Tribunal Superior Eleitoral, munido de todos os dados necessários para que essa distorção seja esclarecida. “Essas pessoas que entraram com essa ação não terão sucesso e muito menos os votos dos bolsonaristas”, afirmou.

Enquanto couber recurso e não houver decisão em instância superior, Éder Borges permanece no cargo. “Vou continuar fazendo meu trabalho, agora com mais afinco ainda. Estarei lutando pelas causas que acredito e defendo. Fui eleito para isso e vou seguir no cargo até o final do meu mandato”, garantiu.

A ação a qual se refere o vereador foi movida pelo candidato derrotado nas eleições passadas Rodrigo Reis (PSL), filho da ex-vereadora Julieta Reis, que inclusive dividiu carro de som com Éder durante a campanha. “Meu suplente é o Mestre Pop, do PSC. Isso quer dizer que o PSL nem se beneficiaria da minha vaga, o que não faz o menor sentido. Esse candidato é de outro partido, ele não terá qualquer benefício com isso”, explica.

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O vereador reforça a tese de retaliação politica pelo fato da ação ter sido proposta pelo antigo partido dele, citando ainda desentendimentos com o presidente do PSL no Paraná, deputado estadual Delegado Francischini. Pelo Twitter, ele alfinetou: “A Constituição Federal está em segundo plano no TRE-PR e pretendem tirar meu mandato no tapetão. A luta vai longe. PERMANEÇO COM MEU MANDATO DE VEREADOR DE CURITIBA por força do efeito suspensivo que será atribuído ao processo quando da apresentação dos recursos pertinentes.”

Em video, Éder adiantou que haveria a cassação do mandato, no Twitter.

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