Vereador Renato Freitas é detido por desacato e acusa pms de racismo

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Da Redação

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A abordagem foi filmada e postada nas redes sociais do vereador Renato Freitas. (Foto: Arquivo pessoal)

O vereador Renato Freitas (PT) foi detido na tarde desta sexta-feira (04) na Praça 29 de Março, em Curitiba. Além dele, mais dois amigos também foram levados ao 12º Batalhão de Polícia Militar. De acordo com o vereador, ele estava ouvindo música quando foi surpreendido pela abordagem policial feita de forma inadequada. Ao argumentar com os policiais sobre os métodos da ação, também foi preso. Assista ao video da prisão feito por um dos amigos do vereador, neste link.

A Polícia Militar se pronunciou informando que os procedimentos adotados respeitaram os direitos humanos e fazem parte das técnicas de treinamento da PM. Toda ação teria sido filmada também pelos policiais e as imagens estão sendo analisadas pelo Comando da PM.

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Confira a íntegra da nota divulgada pelo vereador Renato Freitas nas redes sociais:

O vereador publicou nota oficial no Facebook, sobre o acontecimento. “Viemos por meio desta, informar acerca da prisão do Vereador Renato Freitas, ocorrida na tarde de hoje (04) durante um momento de prática esportiva, em uma praça de Curitiba. Renato acompanhou uma abordagem policial realizada de forma inadequada, ferindo direitos fundamentais do cidadão em questão.O vereador questionou o método, que é corriqueiramente aplicado pela Polícia Militar. Entretanto, em total desrespeito às prerrogativas inerentes à sua posição, mesmo tendo se identificado como Advogado e Vereador, Renato foi levado preso ao Batalhão da Polícia Militar, em condições absolutamente desproporcionais e inadequadas com relação à sua dignidade.Em breve, mais informações.Assessoria de Comunicação do Mandato do Vereador Renato Freitas (PT-Curitiba)”

Além de vereador, Renato Freitas é advogado e o caso deve ser acompanhado pela Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil Paraná. A OAB disse que as imagens divulgadas até o momento revelam a “existência de exageros e desnecessidade de uso de aparato policial tão ostensivo como o que se viu”.

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